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Marketing e Comunicação

De Olho no Mercado: como driblar a crise?

Evento promovido pela RPC discute formas assertivas de lidar com a atual crise financeira

Na última quinta-feira, 16, a cidade de Umuarama recebeu mais uma edição do evento De Olho no Mercado, que realizamos com a finalidade de capacitar e qualificar profissionais e empresariado, além de debater desafios relevantes ao cotidiano do mercado. O tema proposto para esse último evento, com a participação da gerente de marketing do Palladium Shopping Center, Maria Aparecida de Oliveira, foi uma reflexão sobre como as empresas podem se posicionar diante de uma crise econômica.

Os encontros conseguem estimular o empreendedorismo local e gerar soluções de conflitos que são recorrentes na economia regional. “É uma forma positiva de atuação da RPC no mercado local”, afirma Pedro Bueno, analista de marketing da RPC. “Com a vinda de nomes de outras regiões do estado do Paraná, conseguimos dialogar sobre conteúdos relevantes. As trocas de experiências também são essenciais, principalmente devido à atual conjuntura econômica”.

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Driblando a crise econômica

As ferramentas da comunicação entraram na pauta da conversa com Maria Aparecida de Oliveira. Num período de vulnerabilidade e instabilidade da economia nacional, é imprescindível saber manter-se no mercado, entendendo as necessidades de consumo e se fazendo presente na mentalidade da população. Neste aspecto, empresas e marcas que não investem em comunicação e publicidade tendem a enfraquecer e perder sua fatia de mercado para aquelas que assumem ações mais agressivas e competitivas.

Para Maria Aparecida, o empresariado não deve se intimidar diante de uma crise, mas sim reforçar sua posição no mercado. “A comunicação nestes momentos é essencial, pois fixa o DNA da marca e ajuda a conquistar a mente e o coração do consumidor”, explica a gerente que acredita, também, que a crise é um processo passageiro. “O mercado não deve se retrair diante dela. Os empresários devem saber negociar com emissoras e veículos de comunicação e manter a proximidade e o diálogo com o público-alvo”, complementa.

Manter um relacionamento familiar entre marcas e consumidores também foi um dos pontos abordados por Maria Aparecida. Para ela, é preciso pensar em expressar a realidade de um determinado grupo ou sociedade e não apenas vender um produto. “Independentemente de uma crise econômica, a marca deve saber se relacionar com o consumidor, contando a própria história e participando da vida do público. A comunicação deve ser emocional, contribuindo para a felicidade das pessoas”, defende.

Rodrigo Garcia Fernandes, fundador do Depósito Cabeção e participante do encontro De Olho no Mercado também acredita que alguns aspectos fundamentais ao sucesso de uma empreitada estão ligados à comunicação. Um atendimento de qualidade e o relacionamento de carinho com o consumidor, além de inovação e criatividade constantes, são elementos que precisam ser trabalhados em toda a empresa. “Campanhas publicitárias precisam falar menos de seus produtos e dar mais atenção ao consumidor. É assim que uma empresa cria uma imagem sólida e que toca o público-alvo de forma afetiva. São técnicas importantes em tempos de crise”, afirma Fernandes.

Cida e Rodrigo

O diretor da Vivas Comunicação Beto Vivas, em vídeo abaixo, também ressalta a comunicação e o investimento em ações publicitárias televisivas como aspectos essenciais a momentos de crise.

O momento agora não é de abandonar o consumidor e cruzar os dedos, torcendo para que ele lembre-se de sua marca. É preciso reforçar a imagem da empresa, tornar as raízes mais profundas e bases mais sólidas. Para não cair no esquecimento é preciso investir em comunicação e estratégias de marketing que afinem a relação empresa/consumidor.

Cativar pessoas e chamar a atenção para a marca são iniciativas mais impactantes e que garantem fidelização. Ao final da crise, os produtos e serviços ofertados por determinada marca já estarão consolidados no mercado e, provavelmente, na liderança. Desta forma, para criar ressonância em períodos de crise, a marca deve adotar ações assertivas, que propagam ideais, estilo de vida e identificação sociocultural ao mesmo tempo em que estimulam o consumo.

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