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  • 3 mudanças de comportamento de consumo aceleradas pelo Covid-19

    O que já podemos observar de mudança no comportamento do consumidor até o momento?

    laura kroeff box 1824 RPCEm consequência do surgimento do Coronavírus, a digitalização do consumo, o consumo mais consciente e a preocupação social são alguns dos novos hábitos já incorporados. E implementar mudanças na rota das empresas é desafiador – envolve pessoas, processos, investimentos, tempo.

    Alguns sinais de mudança já se apresentam e ouvir especialistas ajuda a gente a pensar em como precisamos estar preparados.  Entrevistamos a especialista Laura Kroeff, VP de Digital e Inovação da Box 1824, agência de pesquisa de tendências em consumo, comportamento e inovação, para entender quais movimentos já podemos observar.

     

    1. Quais são as acelerações de comportamento que o COVID trouxe?

    Foram muitas mudanças em muitas frentes, mas falando de consumo, que é nosso foco, trazemos 3 principais:

    laura-kroeff_box1824_RPC2_esquema-gráfico

     

    2. Laura, você disse, embasada em dados, que quando a empresa é mais empática se sai melhor da crise. Pode comentar e trazer o dado/fonte? E por que impacta fidelidade do cliente?

    A fonte é um podcast da Harvard Business Review onde 3 especialistas discutem o assunto. Dois deles escreveram um artigo sobre isso em 2018:
    > podcast: https://hbr.org/podcast/2018/07/turning-purpose-into-performance.html
    > artigo: https://hbr.org/2018/07/creating-a-purpose-driven-organization.html

    Isso impacta a fidelidade porque o cliente se conecta a elementos mais fortes e menos voláteis do que preço, distribuição, custo-benefício e outros elementos tradicionais do marketing. E, ao invés disso, se guia por uma identificação com o propósito da marca, um fator que não é afetado em uma crise.

    3. O que se espera das empresas agora? O que fizeram de especial: Stone Fintech, Magazine Luiza?

    Há dois fatores principais que são avaliados nesse contexto: o primeiro é a responsabilidade com sua rede (funcionários, fornecedores, clientes,etc). Foi isso que Magazine Luiza fez ao criar novas oportunidades de negócio a pequenos varejistas usando sua plataforma. Outro fator é o quanto a marca aplica o que faz de mais e melhor (seu “core”) na hora de ajudar. Uma instituição financeira deve ajudar a questão financeira, uma empresa alimentícia deve oferecer alimentos, uma empresa de tecnologia deve criar novas soluções tecnológicas. Foi isso que a Stone, uma empresa que vive do comércio, fez ao destinar dinheiro a uma campanha de estimulo à compra no comércio local.

    >>>> Leia também:  Empresas têm a oportunidade de mostrar que se importam com o coletivo


    4. O que é colocar o propósito à prova literalmente? Tem exemplo de alguma marca que fez isso?

    Colocar o propósito à prova é ir além de discursos e campanhas emocionais, e realmente entregar algo para a sociedade com base no seu propósito, preferencialmente envolvendo modelo de negócios, cadeia de produção, desenvolvimento de produtos e outros aspectos estruturais da empresa, não só o marketing.

    Um exemplo é a Ikea, fabricante de móveis, que dentro de seu propósito de um mundo mais sustentável, está reduzindo a venda de móveis novos e criou uma plataforma de venda de móveis usados, mesmo que isso signifique margens reduzidas de lucro e redução na produção de móveis.

    5. O que mudou na TOMADA DE DECISÃO com o CoronaVírus?

    Segundo o Instituto Locomotiva, 51% dos brasileiros já tiveram perda de renda no Brasil. A tendência é que quanto mais tempo passe mais gente seja impactada. De maneira geral, o consumo deve cair e vamos conhecer um consumidor muito mais crítico. Por isso, as decisões serão tomadas de forma muito mais consciente e precisa. As compras por impulso, por exemplo, deixam cada vez mais de existir e uma visão de longo prazo emerge nas ações do brasileiro.

    economia regenerativa box 1824 RPC

    6. O que é aceleração da ECONOMIA OU CULTURA REGENERATIVA? O que empresas podem fazer de concreto?

    O cerne da Economia Regenerativa está em trazer melhorias às pessoas e ao planeta antes de mais nada. Esse movimento que já vinha ganhando força, agora é potencializado enormemente por consumidores que se tornaram mais conscientes e dispostos a depositar sua confiança nas empresas que empregarão esforços para construir uma realidade melhor para todos.
    Um ponto importante, é que esta responsabilidade social e ambiental deve acontecer de dentro para fora da empresa: de nada adianta ações externas que ajudem a sociedade e o meio ambiente, se a empresa não pratica tais conceitos em sua cultura interna. Além disso, as ações externas devem ser 100% conectadas com o core business da empresa.

     

    7. O que é o conceito PEOPLE AND PLANET POSITIVE? É só para grandes empresas como HNM, IKEA, PATAGÔNIA, NATURA?

    People and planet positive é justamente o cerne da Economia Regenerativa. Para entendermos melhor este conceito, é preciso analisar a lógica dominante de atuação das empresas: a compensação. Ou seja, todos males causados às pessoas e ao planeta, devem ser compensados através de ações ambientais e sociais, assim zerando a equação do prejuízo causado.

    Este modelo não é mais suficiente: as empresas que quiserem se manter vivas e relevantes neste novo contexto, devem criar um resultado positivo para as pessoas e o planeta. Não é só para grandes empresas, inclusive, vemos as grandes empresas se adaptando ao core regenerador porque se sentem ameaçadas pelas pequenas.


    Soa clichê, mas é muito verdadeiro. Buscar entender as mudanças em curso para direcionar nossas próximas ações parece ser o primeiro passo agora, em que a única certeza que temos é que precisamos nos adaptar e encontrar soluções rápidas. Acreditamos que compartilhar aqui experiências, estudos e pesquisas sobre comportamento, consumo, opinião de especialistas, exemplos de marcas é uma forma de contribuir para inspirar a transformação que precisamos. Conte com a gente, estamos juntos.

    >>>> Leia também:
    Preparado para vender online? Confira por onde começar um e-commerce!

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    Marcas que amamos. Como elas nos conquistaram?

  • Compras pelo celular: reunimos dicas de como converter cliques em vendas

    A tela é pequena, mas as possibilidades gigantes. E é dali, em cliques vindos de smarthphones, que vêm o maior número de acessos às lojas virtuais. Acontece com a gigante Madeira Madeira, varejista online de itens para casa, que registra 70% dos acessos vindos do mobile; e também com quem está começando, é o caso da Fash&Co, marca de sapatos curitibana, que tem 85% do seu público do site vindo de celulares. E de que forma converter esses acessos em vendas online?

    Primeiros passos

    O primeiro passo é encontrar a plataforma de vendas ideal. O mercado oferece inúmeras, como a Shopify, a NuvemShop, a Tray, Loja Integrada, entre outras. Depois, é focar no cliente.

    A receita do sucesso é uma experiência de compra clean e clara. “A exibição dos produtos precisa ser simples, com as principais informações e suas maiores qualidades já na primeira tela”, explica João Mion, gerente de pesquisa e design da Madeira Madeira. Mas não é só isso. “Precisamos pensar a experiência do consumidor como uma grande jornada”, complementa Mion. A Madeira Madeira vende online desde 2009.

    João Mion é gerente de pesquisa e design da Madeira Madeira. Foto: divulgação.

    E essa opinião é endossada pela empresária Mariana Barboza. “Uma loja online precisa ser responsiva – que é quando se adapta automaticamente a dispositivos com diferentes tamanhos de tela, sem deformar imagens ou textos; e também mobile friendly, que significa dizer que é amigável e de fácil navegação. Neste caso, as estruturas de cada página foram pensadas estrategicamente para facilitar com que os clientes encontrem o que procuram e consigam finalizar a compra com menos cliques”, explica a fundadora da Fash&Co. A loja online de sapatos existe há quase dois anos.

    Mariana Barboza é a fundadora da Fash&Co. A marca curitibana de bolsas e sapatos em couro legítimo surgiu em 2018 e, desde então, vende online. Foto: divulgação.

    Experiência de compra

    Outras dicas do gerente da Madeira Madeira para transformar acessos em compras é caprichar nas imagens e valorizar o tempo do cliente. “É essencial o uso de imagens de boa qualidade dos produtos e também considerar a utilização do seu site/aplicativo com conexões de dados móveis (3G, 4G), para que não demorem a carregar e assim atrapalhem o que poderia ser uma venda bem sucedida”, disse Mion.

    Confiabilidade

    Outro item de destaque na fala da empresária da Fash&Co envolve a finalização da compra. “Uma loja online não pode deixar de ter um checkout transparente. Ele possibilita que o cliente finalize o pagamento de maneira mais rápida dentro da própria loja, sem ser direcionado para um site externo, como PagSeguro ou o PayPal”, explica.

    Para os pequenos empresários, ela deu ainda uma dica valiosa: “O Google oferece um teste gratuito para avaliar se a sua loja é compatível com dispositivos móveis, ou seja, se é fácil de usar em celular. Basta acessar o link e inserir o endereço do seu site”, finalizou Mariana.

    Mion também citou a questão da reputação da marca e da importância do pós-venda. 

    “A experiência de compra online segue após o recebimento e uso do produto pelo cliente. É fundamental que todas essas etapas tenham uma consistência de qualidade. Oferecer uma boa experiência de compra num site de fácil navegação, mas ter atraso na entrega ou um atendimento desagradável pode estragar uma primeira boa impressão”, falou. 

     

    Gostou das dicas? Então continue acompanhando o conteúdo do De Olho no Mercado. Compartilhe com a gente a sua visão nos comentários e vamos conversar!

    Leia mais:

    LGPD e pandemia: como garantir segurança para o consumidor e para você

    Entrevista com Melissa Vogel, CEO da Kantar Ibope, sobre tendências e consumo de mídia em meio à Covid-19

  • LGPD e pandemia: como garantir segurança para o consumidor e para você

    O isolamento social como estratégia para conter o avanço do coronavírus deu ainda mais força aos trâmites online: negócios, reuniões, vendas, delivery, entre outros. Mas é possível estar conectado e também seguro? Sobre esse assunto o De Olho no Mercado conversou com o advogado Dânton Zanetti. Ele falou sobre como se precaver e também de que forma a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) “vem para revolucionar a forma como empresas e pessoas realizam o tratamento de dados pessoais”. 

    A LGPD tem início de vigência programado para o dia 3 de maio de 2021. Essa data foi estabelecida pela Medida Provisória 959/2020 publicada nesta quarta-feira (29). Na entrevista ele destacou também como adequar-se a essa nova realidade.

    Leia também: Preparado para vender online? Confira por onde começar um e-commerce!

    Zanetti é membro da Comissão de Inovação e Gestão da OAB-PR, onde coordena o Grupo de Debates Permanente sobre Privacidade e Proteção de Dados. Ele também deu dicas de como navegar com mais segurança.

    Confira o bate-papo na íntegra.

    Dânton Zanetti é membro da Comissão de Inovação e Gestão da OAB-PR, onde coordena o Grupo de Debates Permanente sobre Privacidade e Proteção de Dados. Foto: divulgação.

    Durante o isolamento por conta do coronavírus muita coisa tem acontecido online. São reuniões por aplicativos, muito delivery e compras pela internet. De que forma não se expor? É seguro?

    Atualmente, estar conectado à internet não é mais uma questão de opção, mas de necessidade. Sem acesso à internet, como indivíduos, ficamos impossibilitados de exercer uma série de atos da vida civil, e agora, com a pandemia do coronavírus, essa situação fica ainda mais evidente. Se estende também para o trabalho, reuniões de negócio e até mesmo para compras domésticas.

    Por isso, a exposição gerada pela de hiperconectividade acaba sendo um “mau necessário” para que possamos viver de forma mais cômoda, confortável. Tornou-se muito difícil não estar minimamente exposto. Mas isso não significa dizer que não há meios para tornar essa exposição mais segura.

    É possível estar protegido estando conectado?

    Vivemos em uma sociedade informacional, ou seja, o nosso contato com a internet e a troca de dados e informações com diversas empresas multinacionais já faz parte de nossa rotina. Dispositivos como smartphones, computadores, relógios e outros dispositivos inteligentes (applewatch, galaxy watch, e até mesmo veículos), por exemplo, estão a todo tempo enviando e recebendo dados que nos dizem respeito.

    Como dicas para uma navegação mais segura na internet e proteção da privacidade, podemos mencionar:

    – Evite divulgar seus dados pessoais (ex: nome, RG, CPF, telefone), exceto quando realmente necessário; Nunca tire foto de documentos pessoais e envie por whatsapp ou publique em redes sociais;

    – Ao utilizar computadores públicos, ou comuns, sempre faça o logout de e-mails, redes sociais e sites em geral;

    – Não utilize a mesma senha ou padrões de senha para diferentes aplicativos, redes sociais, e-mails;

    – Crie senhas fortes (contendo no mínimo 12 caracteres, incluindo letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais como “@”, “*”, etc.), ou utilize um aplicativo para geração e armazenamento de senhas (ex: LastPass, Keeper, Dashlane);

    – Evite se conectar em redes públicas e abertas de internet (pois isso pode permitir ataques e acessos não autorizados ao seu dispositivo e suas informações). Ao utilizar redes públicas, use um VPN (como explicado mais abaixo);

    – Muito cuidado e toda a atenção com golpes na internet! Evite acessar links desconhecidos ou duvidosos;

    – Redes sociais: configure sua privacidade na internet e nas redes sociais. Como especialista em privacidade e proteção de dados, recomendo que ninguém deixe suas informações pessoais abertas e dispostas na internet, dando acesso a quem quer que seja. É possível descobrir uma infinidade de coisas – inclusive pessoais, familiares, íntimas e comportamentais – sobre perfis abertos; e

    – Câmeras: utilizar camcover (o protetor de câmera), para impedir a captura não autorizada de imagens.

    Do ponto de vista do consumidor, como saber se os dados fornecidos aos aplicativos ou e-commerces estão seguros?

    Em primeiro lugar, devemos fazer o “dever de casa” para filtrar os aplicativos e e-commerces essenciais, com os quais efetivamente precisamos iniciar uma relação, procurando sempre checar quais deles são mais confiáveis. Uma rápida pesquisa no Google pode auxiliar nesta tarefa, para ver se já existem reclamações ou suspeitas de outros usuários e consumidores.

    Além disso, é muito importante que saibamos quais são os dados que estaremos fornecendo a estas empresas, qual será a finalidade da coleta dos dados e quando estas informações serão eliminadas da base de dados destas empresas. Essas e outras informações devem constar de documentos como os “Termos de Uso” e “Políticas de Privacidade” de aplicativos e e-commerces. É necessário ler estes documentos e verificar se faz sentido fornecer os dados requisitados para cada um destes aplicativos e fornecedores.

    Vale lembrar que tanto o Código de Defesa do Consumidor, quanto o Decreto nº 7.962/2013, que trata especificamente sobre o e-commerce, são normas que compreendem a vulnerabilidade do consumidor e asseguram sua proteção também no ambiente digital contra prejuízos e danos eventualmente sofridos nestas relações.

    Já do ponto de vista do empresário, como garantir a segurança dos dados?

    Como dados são considerados um ativo, a segurança da informação é uma área essencial em qualquer negócio digital hoje em dia. Sem isso, a empresa estará sujeita a inúmeras situações de risco, inclusive ataques de pessoas mal intencionadas (“hackers”) e eventual extravio de dados importantes às atividades da empresa.

    Para garantir a segurança da informação, é necessário, primeiramente, avaliar qual é a infraestrutura lógica e de rede necessárias e compatíveis com o porte e atividades da empresa. De nada adiantaria um banco possuir os mesmos mecanismos de segurança da informação que um pequeno comércio, por exemplo, pois os riscos de uma instituição financeira são infinitamente superiores.

    Feita esta ressalva, como orientação geral é aconselhável sempre utilizar softwares licenciados, proteger a estrutura de rede contra acessos não autorizados, por meio de uma VPN (“Virtual Private Network”). E, sempre que possível, utilizar ferramentas de criptografia em dados pessoais e outras informações sensíveis ao negócio. Outro pilar fundamental é o treinamento dos colaboradores da empresa, para que saibam como processar dados pessoas e informações sem comprometer as políticas de segurança da empresa.

    O que muda com a LGPD – para empresas e pessoas? Quando ela começa a valer?

    A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) vem para revolucionar a forma como empresas e pessoas realizam o tratamento de dados pessoais (ou seja, a coleta, o armazenamento, o compartilhamento entre outros atos), tanto no ambiente digital, quanto em meio físico.

    Os dados pessoais apenas poderão ser objeto de tratamento caso a lei o autorize em alguma das 10 hipóteses legais, previstas no artigo 7º, da LGPD. O consentimento, ou seja, a autorização do titular (o indivíduo a quem os dados se referem) para que uma empresa tenha acesso aos dados e possa trata-los é apenas uma delas, embora seu uso seja bastante comum. Sempre que o consentimento do titular for necessário para o tratamento dos dados, a autorização deverá ser expressa e aquele que detém os dados será responsável por provar que a coleta de dados pessoais ocorreu de acordo com a lei, sob pena de diversas penalidades, inclusive multas.

    Contudo, é importante compreender que não basta apenas possuir a autorização da lei (e do titular, para os casos de consentimento) para se realizar o tratamento. Além de coletar o mínimo de dados possíveis, as empresas também devem informar ao titular qual é a finalidade específica do tratamento, que deverá ser respeitada. Ainda, é preciso ter cuidado com o ciclo de vida, garantindo a segurança da informação durante todas as etapas do tratamento, até sua eliminação da base de dados da organização.

    A LGPD entraria em vigor em 16 de agosto de 2020, e com o Projeto de Lei nº 1.179/2020 (já aprovado pelo Senado Federal e atualmente aguardando tramitação na Câmara dos Deputados) passaria a valer apenas em 1º de janeiro de 2021, salvo com relação às penalidades previstas na lei, que apenas poderiam ser aplicadas a partir de 1º de agosto de 2021. No entanto, a publicação de uma Medida Provisória nesta quarta-feira (29) mudou esse cenário.  A LGPD tem início de vigência programado para o dia 3 de maio de 2021 seguindo a MP 959/2020.

    Leia mais sobre o mercado do Paraná:

    >> Como profissionais de marketing e de publicidade estão se adaptando ao home office?

  • Dia do profissional de marketing: criativos sempre em ação

    MARKET-I-N-G.
    O sentido da palavra
    já entrega o jogo.

    Somos profissionais sempre em ação!

    Unimos propósitos: produto ou serviço de um negócio à necessidade de quem precisa, procura ou deseja. A sacada do profissional de marketing é ser capaz de entender bem e comunicar no timing certo, do jeito favorito de quem procura. Ou seja, ajudar: negócio, marca e consumidor – sem perder de vista o objetivo e a estratégia daquele job.

    Chegou mais um dia 8 de Maio,  Dia do Profissional de Marketing.

    Conversamos com profissionais de marketing muito feras sobre trabalho, rotina, vontades, referências e outas dicas. O resultado está aqui neste e-book.
    Esperamos que gostem!

    E, pelo menos neste dia,  alivie.
    Pare por um instante.
    Foque em você.
    E busque o essencial.

    Feliz 8 de Maio a todos os Profissionais de Marketing.

  • Comerciantes se adaptam e a Páscoa será por delivery

    Neste ano a Páscoa será diferente. As famílias não poderão se reunir como de costume e as comemorações serão mais simples. Mas nem por isso as tradições precisam ser deixadas de lado. É hora de se adaptar e improvisar! Seja com a família ou mesmo sozinho, aproveite a oportunidade para reflexão, para preparar uma refeição especial e também para presentear amigos e família.

    Buscas na web pela palavra “Páscoa”

    As buscas nas redes sociais pela palavra Páscoa mostram que o consumidor está ansioso pela data, mesmo em meio a um momento atípico.

    Busca por Páscoa no google aumenta com a proximidade da data. Foto: Reprodução

    Nas últimas semanas, o mercado tem se reinventado e os estabelecimentos trazem novas possibilidades. Nos supermercados, o movimento tende a ser grande.  Segundo Pesquisa realizada pelo cartão de crédito Elo, que analisou a reação do mercado depois da crise de coronavírus, o setor supermercadista teve um aumento de cerca de 20% nas vendas depois dos primeiros casos da Covid-19. Os dados são nacionais. A tendência é que esses números continuem para a Páscoa, já que são locais onde as pessoas conseguem encontrar diversos tipos de produtos, facilitando as compras em tempos de quarentena.

    Delivery e Páscoa estendida

    Ovo Ninho, lançamento da Icab, pode ser entregue me casa e custa R$ 74,50 (250 g). Foto: Divulgação

    Mas a grande revolução vem pelo delivery. Restaurantes, chocolaterias e até mesmo pequenos empreendedores viram no serviço de entrega a saída para “salvar” a Páscoa.

    Quem aderiu ao delivery

    Luigi Muffone, sócio-diretor da Icab Chocolates, conta que para se adaptar precisaram lançar mão do serviço de entrega, que antes usavam apenas em casos pontuais:

    “Sempre gostamos de atender o cliente em loja, de ter esse contato, mas tivemos que nos reinventar. Como somos lojas de rua, conseguimos atender na loja também, tomando todos os cuidados necessários. Mas o pessoal se adaptou muito bem à entrega.”

    Além disso, a marca aumentou o contato com os clientes nas redes sociais, reforçando as novas formas de vendas e lançando a linha de Páscoa.

    Assim como Luigi, diversas outras marcas estão usando a criatividade e tentando entender a necessidade do cliente para adaptar suas ações e garantir as vendas.

    A confeiteira Roberta Schwanke, por exemplo, disponibilizou duas datas de encomenda e de entrega dos produtos, sendo uma delas para depois da Páscoa:

    “As pessoas não conseguiram se programar como em anos anteriores, então decidimos estender um pouco a produção e as entregas.”

    Ovo Brulée de colher (R$ 99,90/ 600g), assim como os outros produtos da Roberta Schwanke Gastronomie, podem ser encomendados até alguns dias depois da Páscoa. Ftot: Gabriel Rega/ Divulgação

    A também confeiteira Fernanda Panatto, da Lady Cake Confeitaria, conta que  entre os cuidados extra que está tendo esse ano estão trabalhar sozinha e com máscara, além da esterilização das máquinas de cobrança, por exemplo.

    “Também diminui o tamanho dos bolos especiais, que são meu carro-chefe, para atender famílias menores.”

    Almoço de Páscoa

    No The Market, o cliente faz o pedido pelo site e recebe o kit com os ingredientes e modo de preparo em casa. Foto: Divulgação

    Para garantir o almoço tanto da sexta-feira quanto do domingo, o The Market, empresa que fornece kits para preparar receitas em casa, trouxe para a primeira quinzena de abril algumas opções especiais, entre elas o tradicional Bacalhau à Espanhola. O prato com bacalhau custa R$ 59,90 e serve duas pessoas.O cliente faz o pedido pelo site e recebe todo o kit, com ingredientes já porcionados e modo de preparo detalhado:

    “Estamos esperando um aumento de 50% para os pedidos de Páscoa, sendo o bacalhau o carro-chefe”, diz Fernando Schmitt Dufour, cofundador e CEO do The Market.

    Bacalha às natas e outros seis preparos fazem parte do cardápio especial de Páscoa dos Restaurantes Victor. Foto: Divulgação

    Os Restaurantes Victor, rede tradicional de frutos do mar,  também já está com a temporada do cardápio especial de Páscoa, que podem ser encomendados por telefone ou whatsapp  e retirados nos restaurantes ou entregues por delivery.  São sete opções de pratos com bacalhau, como o Bacalhau às Natas (R$ 149,90, para 2 pessoas).

    Criatividade e otimismo

    Criatividade e otimismo são as palavras que devem guiar comerciantes e clientes nas próximas semanas. Enquanto os primeiros buscam formas alternativas para manter as tradições gastronômicas de Páscoa, seja o almoço ou a troca de chocolates, os clientes estão se mostrando adaptáveis para a data:  é preciso encarar o período de quarentena um dia de cada vez e com  otimismo.

    Saiba mais:

    Assista no G1: Criatividade na Páscoa

    Leia na Gazeta do Povo: Novidades em chocolates para a Páscoa

  • Clínica de podologia conquista mercado e oferece estética avançada

    A cada ano, cada vez mais homens e mulheres buscam tratamentos estéticos para remodelar o corpo e melhorar aparência da pele. Quase imune a crise, o setor de beleza cresce  10% a cada ano – segundo dados do Sebrae. 

    Em Paranavaí, a equipe de biomédicos, enfermeiros e odonto-esteticistas cresce na Clínica Doutora Pé. Há dois anos, a especialista em estética avançada e corporal Silvana Kennedy resolveu oferecer tratamentos em sua clínica de podologia. “A amplitude dos tratamentos de beleza vem crescendo com os anos e atingiu bastante potencial. Antigamente, a estética simples não conseguia atingir os resultados que a técnicas avançadas conseguem hoje”, garante a especialista.

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    Especialista em estética avançada, Silvana Kennedy. Foto: divulgação.

    Os procedimentos injetáveis para perder uma gordurinha localizada, diminuir a celulite e definir melhor o corpo foram conquistando o público. De acordo com a  Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), o setor de beleza e bem-estar no Brasil crescem cerca de 10% ao ano nos últimos dez anos. Aliado à eficácia, o preço e às formas de pagamento acessíveis garantem tratamentos estéticos com alto resultado para todos os bolsos. 

    Com gasto médio por cliente de mil a dois mil reais, a Clínica Doutora Pé conquistou novo público com a proposta da estética avançada. Logo a equipe resolveu se especializar na área, com cursos de excelência e reconhecimento técnico.

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    Procedimento de preenchimento labial da Clínica Doutora Pé, em Paranavaí. Foto: divulgação.

    A especialista Silvana Kennedy realizou residência em harmonização facial pelo IBAES – Instituto Biomédico de Aperfeiçoamento em Estética e Saúde, orientada pelo Dr. Hollywood. “Os clientes começaram com a podologia e, aos poucos, foram procurando por tratamentos mais avançados”, revela Silvana. 

    Além dos tratamentos de podologia, que englobam desde tratamento de calosidades à rachadura nos pés, a clínica hoje oferece uma vasta gama de tratamentos: drenagem modeladora, power detox, preenchimento, botox e intradermoterapia. O espaço conta com a chancela da Sociedade Brasileira de Enfermeiros em Saúde Estética.

    Tratamento facial feito com estímulo de colágeno, da Clínica Doutora Pé. Foto: divulgação.

    Com equipe qualificada, a clínica estética Doutora Pé faz uma avaliação de cada cliente para entender as necessidades dele e do que exatamente cada um precisa. “Cada situação é diferente. A gente precisa entender a real necessidade do procedimento estético e também de como cuidar e manter o corpo saudável”, recomenda Silvana Kennedy.

    Para conquistar novos clientes e fidelizar quem já frequenta a clínica, a profissional aposta numa equipe atenciosa e que ama o que faz. “Nossos atendimentos são individuais e em salas mesmo. Com isso, o cliente se sente acolhido, conversa e sai mais feliz”, garante ela. Redes sociais como Facebook e Instagram também têm sido uma excelente forma de publicidade para a Doutora Pé.

    Como perspectiva para os próximos anos, a Clínica Doutora Pé pretende manter a estratégia de negócio que vem desenvolvendo, que é focar em oferecer os mais avançados procedimentos estéticos do mercado. “Estamos sempre em busca de aperfeiçoamento, fazendo novos cursos. Queremos ser referência e trazer para o público procedimentos com cada vez mais resultados”, conclui a profissional.

     

  • Saiba quais são os mitos comuns nas estratégias de marketing

    Aquelas velhas frases feitas como “não mexer em time que se está ganhando”, ou “a melhor propaganda é aquela do boca-a-boca”, podem fazer algumas empresas caírem numa grande cilada. Afinal, quando o assunto é conquistar o consumidor, o que realmente é fato são as estratégias de marketing. O design na comunicação tem o papel de informar e emocionar o público por meio da sua relação com a marca.

    Roger Rieger, diretor da Komm Design Solutions. Foto: divulgação.

    O designer, marketer e vendedor Roger Rieger, é diretor da Komm Design Solutions – agência de branding, design e comunicação. Numa conversa ping-pong com o De Olho no Mercado, o profissional  explicou quais são os mitos mais recorrentes quando se trata de estratégia de marca, comunicação e branding. Rieger tem propriedade no assunto, pois trabalha na área há mais de 30 anos e tem em sua bagagem experiências com grandes marcas do Paraná como O Boticário e farmácias Nissei. Confira o bate-papo a seguir.

     

    MITO 1!
    Não é preciso investir em site para a marca, basta bombar nas redes sociais.

    Roger Rieger – Eu acho que assim, é um fato, porém um fato incompleto. Está mais para fake news. A dinâmica das redes sociais têm trazido uma conectividade mais direta, mas invariavelmente a sua sede, o conjunto de informações da empresa está no seu site. Lá você customiza do seu jeito, tem sua identidade, padrão gráfico que demonstra qualidade e excelência. O site é importante, é o seu QG de imagem. Claro que não é uma única ferramenta, mas uma empresa que não tem site não passa seriedade. Então o mito está em não achar que não precisa de um site. 


    MITO 2!
    É melhor fazer um produto/serviço bem feito e deixar que o boa-a-boca seja seu marketing.

    Roger Rieger – Sim, funciona. Mas depende da velocidade que se pretende ter o retorno. Obviamente toda marca que investe no lado promocional, mas tem um produto ruim, cria um sucesso efêmero. Como foi a onda das paleterias, frozen iogurtes, produtos que tiveram um sucesso efêmero. Se você tem um bom produto, uma boa consistência técnica, vai ter um bom retorno. Um produto de qualidade, bem posicionado e com design de embalagem que transpareça mais valor que o preço – é isso. 

     

    MITO 3!
    Ter um preço competitivo é fundamental.

    Roger Rieger – Não. Vou usar como exemplo um trabalho que fizemos com as farmácias Nissei. Ela é uma farmácia barata, acessível e que cuida da terceira idade. As concorrentes vieram com qualidade de ambiente, um lugar agradável onde se vai comprar o remédio. Passamos a oferecer esse conforto.

    Nova proposta de comunicação visual das farmácias Nissei, feita pela Komm Design Solutions. Imagem: divulgação.

    De início, o medo era de elitizar a farmácia. E não aconteceu nada disso, ela acabou ganhando consumidores A e B. A nova marca ficou mais atrativa, e mais facilitada, adequamos as cores de catálogo. Leigo pensa que tudo que é marketing, é propaganda. Marketing é a maneira de qualificar a conversa.

     

    MITO 4!
    Não se mexe em time que está ganhando.

    Roger Rieger – O troféu do campeonato é a premiação do trabalho realizado no passado. E a venda de amanhã? Eu já atendi de empresa de telefonia a fábrica de cimento, muitas vezes o cliente não vê a necessidade da mudança. A tecnologia do cimento não muda desde os anos 50, mas o consumidor muda. A dinâmica de mercado muda e isso muda essencialmente pela cabeça do consumidor. A dinâmica do mercado muda a dinâmica da empresa. É preciso estar estudando sempre para onde o mercado vai, continuar líder e ser constantemente inovadora. Em time que está ganhando se mexe sim, para continuar ganhando.

     

    Sentiu falta de mais algum? Conte para gente!

  • Três marcas do Paraná conquistam o prêmio mundial iF Design Award 2020

    Premiação iF Design Award 2020 aconteceu em Hamburgo, na Alemanha. Imagem: divulgação.

    Três projetos paranaenses receberam no dia 4 de fevereiro o prêmio alemão iF Design Award 2020, uma das premiações mundiais mais importantes do design. Durante três dias, 78 jurados  de quase 20 países analisaram mais de 7 mil projetos inscritos das áreas de produto, embalagens, branding, arquitetura, design de interiores, design de serviço e comunicação. 

    Os três projetos paranaenses levaram o prêmio este ano. A linha infantil Boti Baby, do Grupo Boticário – que tem sede em São José dos Pinhais, a nova identidade visual o Clube Athletico Paranaense e a nova marca do Maringá Futebol Clube conquistaram a premiação. Confira a seguir:

    Boti Baby

    Linha infantil Boti Baby, do Boticário. Foto: divulgação.

    Com a proposta de renovar toda a linha visual dos produtos infantis Boti Baby, do Grupo Boticário, a agência Bendito Design redesenhou as embalagens e criou um novo shape. O símbolo do passarinho passa a conexão com o ninho, o cuidado e o carinho que todo bebê deve receber. Toda a ergonomia, segundo a marca, foi planejada de forma a auxiliar as dificuldades encontradas na hora do banho da criança.

    Athletico Paranaense

    Novo escudo do Clube Athletico Paranaense. Imagem: divulgação.

    O clube paranaense de futebol apresentou em dezembro de 2018 uma nova identidade visual atrelada também a inclusão da letra H ao nome. O projeto assinado pela Oz + Estratégia e Design e comandado pelo sócio fundador Giovanni Vanucchi teve base na história do clube e no posicionamento da marca hoje.

    “O furacão é o símbolo e a gente investigou isso a fundo. Toda a materialização disso no novo escudo, partiu desse conceito”, explicou Vanucchi em vídeo divulgado no site oficial do clube.

    Maringá FC

    Novo branding do Maringá Futebol Clube. Imagem: divulgação.

    A nova marca do Maringá Futebol Clube, que foi apresentada ao público em janeiro de 2019, também recebeu o Oscar do design mundial. Com a proposta de fazer com que a identidade do clube acompanhasse a nova fase do grupo, a logo nova veio com desenho mais moderno e jovem. “A logo antiga não demonstrava o que a gente queria para o Maringá futuramente. Nosso objetivo foi enaltecer a marca”, explica o diretor de marketing do clube, João Victor Mazzer.

    Sobre o prêmio

    O iF Design Award é considerado o Oscar do design mundial. São inscritos anualmente projetos nas áreas de design de produto, comunicação, embalagem, design de serviço, arquitetura, design de interiores e conceito profissional.

    João Victor Mazzer, diretor de marketing do Maringá FC. Foto: divulgação.

    Conquistar o prêmio máximo é a resposta de que o bom design foi executado. Afinal, os projetos são avaliados pro grandes profissionais do mundo todo. Para o diretor de marketing do Maringá FC, a premiação só demonstra que a marca alcançou seu objetivo. “A gente não criou a nova marca com a ideia de ganhar um prêmio. Mas ter conquistado mostra que estamos no caminho certo e acertamos, e isso é o que importa”, comenta João Victor Mazzer.

    Para quem se interessou e quer saber mais, vale a pena conferir o site da iF Design Award! Eles reunem vários escritórios, agências, projetos, produtos e trabalhos incríveis de design de todo o mundo:  https://ifworlddesignguide.com/ .

    > Foi para alguma premiação ou evento e quer compartilhar os destaques com os leitores do blog? Conte para gente!

  • E-BOOK com os destaques da maior feira do varejo, NRF Retail’s Big Show 2020

    NRF Retail’s Big Show é a maior feira de varejo do mundo, aconteceu em janeiro, em Nova York, nos Estados Unidos. A gente esteve por lá e preparamos um E-BOOK com os destaques das novidades e tendências.

    Como será o varejo nos próximos anos? Como é o varejo agora? Por que a NRF é tão importante? É o que fomos conferir!

    BAIXE E-BOOK
    CLIQUE NO BOTÃO ACIMA PARA BAIXAR

    Durante os dias da feira, preparamos também algumas matérias que podem inspirar você:

    Varejo inteligente e novo olhar sob a concorrência são destaque no primeiro dia de NRF

    Varejo além do lucro e igualdade de gênero pautam o dia 2 da NRF

    📌  Conte com a gente para informações, insights, soluções para a sua comunicação.

  • Concurso promove a “cozinha raiz”, típica de botecos

    O curitibano gosta de ir a um boteco. Prova disso é que a cidade foi a que teve o maior aumento de público no concurso Comida di Buteco, entre 2018 e 2019. O evento, que começou no ano 2000 em Belo Horizonte, hoje acontece em 21 cidades e tem o objetivo de eleger “o melhor ‘buteco’ do Brasil. A edição de 2020, que acontece entre os dias 10 de abril e 3 de maio, será a quinta na cidade.

    “A expectativa para essa edição em Curitiba é muito boa, já que a cidade teve um aumento de 50% de público no último ano, um número muito expressivo e que comprova que o evento já está no calendário da cidade”, aponta Filipe Pereira, um dos organizadores do Comida di Buteco.

    Segundo Pereira, o bom resultado se deve ao fato de que os curitibanos já entenderam o conceito do evento, que é um concurso que elege os melhores botecos de cada cidade – e não um festival. A variedade da culinária local, a estrutura dos estabelecimentos e o hábito do curitibano de frequentar bares explicam o sucesso. Para os participantes, o resultado é casa cheia e aquecimento dos negócios. Isso sem a necessidade de investimento, já que os bares participantes são convidados pela organização.

    Botecos são locais ideais para encontros descontraídos entre amigos. Foto: Rodney Costa/ Divulgação

    << Amor pelos bichinhos: crescimento do mercado pet alavanca novos negócios

    Valorização da cozinha local

    O movimento de valorização de estabelecimentos e produtos locais, uma das maiores tendências de gastronomia dos últimos anos, vem ao encontro da proposta do Comida di Buteco. Se antes o que as pessoas buscavam eram grandes restaurantes e franquias internacionais, hoje os olhos se voltam para o pequeno boteco de bairro, para a receita de família e para o uso de produtos locais.

    Pereira explica que são justamente esses valores que estão no DNA do projeto. “Desde que criamos o concurso, temos como regra escolher apenas bares e restaurantes que tenham o dono ou sua família à frente do negócio e que tenham o cardápio com perfil de ‘comida raiz’”, ressalta. Para o resultado, são avaliados os petiscos, a temperatura da cerveja e a infra-estrutura do local.

    Oportunidade para patrocinadores

    O modelo de negócios do evento é baseado em ações com patrocinadores, que passam a contar com a possibilidade de impactar mais facilmente o consumidor em um momento de descontração.

    “As marcas conseguem ter acesso ao consumidor nesse ambiente, que nós chamamos de ‘buteco’, com u mesmo, em uma alusão ao sotaque mineiro. Ali, as pessoas estão relaxadas, confraternizando com família e amigos.”

    Foto:  Rodney Costa/ Divulgação

    O gerente comercial da RPC, Rodrigo Libório, reforça que para as marcas é uma oportunidade de participarem de um projeto já consolidado e vencedor, reconhecido em todo o país. “As marcas terão seu nome associado à gastronomia, família, entretenimento, além de criar engajamento com os frequentadores dos botecos. É um projeto que vai além da exposição de mídia, pois ajuda a criar identidade”.

    Pereira reforça que o concurso é visto com bons olhos pelos consumidores em razão de os estabelecimentos participantes serem escolhidos por se adequarem à proposta, dando espaço aos locais pequenos, de bairro e mais tradicionais. “Ter sua marca associada ao Comida di Buteco é uma forma de reforçar valores como brasilidade, regionalidade e cozinha de raiz”, frisa.

    O prazo para fechamento de patrocínios é até o começo de março, mas Libório ressalta que duas das três cotas  já estão fechadas. Portanto, as marcas interessadas devem entrar em contato o quanto antes com o departamento comercial da RPC.

    Foto: Rodney Costa/ Divulgação