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Economia e Setores

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  • UniCesumar superou desafios e hoje é um dos maiores grupos educacionais do Brasil

    O Paraná possui diversas empresas de destaque nacional. Entre elas está a UniCesumar,  um dos 10 maiores grupos educacionais do Brasil. É considerado, também, o melhor centro universitário do Sul do país, segundo o Ministério da Educação (MEC). Com mais de 190 mil alunos, a instituição possui:

    • Mais de 600 polos de educação à distância em todos os estados brasileiros,
    • Dois polos internacionais (Dubai e Miami)
    • Quatro campi presenciais no estado.

    E continua em crescimento. Dois projetos de expansão para implantação de um novo campus de Medicina em Corumbá (MS) e outro em Campo Grande (MS) estão a caminho.

    Além dos números expressivos, a universidade é reconhecida pela qualidade da educação ofertada e alcançou o grau quatro em uma escala de cinco no Índice Geral de Cursos (IGC) do MEC por oito anos consecutivos. Porém, no início de sua história, o cenário não era favorável. O reitor e fundador da UniCesumar, Wilson de Matos Silva, conta que seu sonho começou a se tornar realidade em 1986. Na época não havia nenhuma instituição de ensino privada na região de Maringá. A Universidade Estadual de Maringá (UEM) já existia, mas não tinha nem a metade dos cursos que oferece atualmente. E a maioria dos jovens tinha que sair da cidade para fazer um curso superior.

    Na época, o professor se uniu com outras pessoas para possibilitar a abertura da instituição. Após cinco anos de muito trabalho, os dois primeiros cursos deram início as suas atividades acadêmicas – Administração e Tecnologia de Processamento de Dados.

    “Começamos com 180 alunos, em um pequeno prédio construído no Jardim Aclimação, uma região desvalorizada na época. O projeto para a instalação da faculdade foi bem difícil. Não havia facilidades para a abertura de faculdades particulares no país. Vencemos essas dificuldades e começamos um crescimento importante a partir de 1990”, afirma.

    FAIMAR (Faculdade de Administração e Informática de Maringá) foi a sua primeira denominação. Em 2002, se transformou em centro universitário. Esta foi uma mudança importante, pois permitiu mais autonomia para a implantação de novos cursos.  Hoje, a UniCesumar conta com dezenas de cursos de graduação, pós-graduação, mestrado e dois programas de doutorado. Um deles é o único com pesquisa na área de Promoção da Saúde no Paraná. Mais de 80% do  corpo docente é composto de professores mestres e doutores. Sua importância também é perceptível no cenário econômico. São mais de três mil empregos diretos e quase três mil indiretos, incluindo os polos parceiros, fornecedores e negócios desenvolvidos na comunidade nos entornos dos campi.

    Reconhecimento

    O reitor destaca que a UniCesumar é reconhecida como uma instituição socialmente responsável pela Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior (ABMES). Também faz parte da rede “Academic Impact” da ONU e possui participação ativa na agenda mundial dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidos pelas Nações Unidas. Outro motivo de orgulho foi a conquista do prêmio Campus Insight de Visão e Inovação 2018, promovido pela empresa Campus Management. O centro universitário concorreu com 1.100 instituições de 31 países.

    Referência para a comunidade

    A UniCesumar entende a comunicação como um serviço a comunidade e busca ser referência para a formação e a disseminação de conhecimento de qualidade. “Investimos milhões de reais na divulgação de nossos serviços e do suporte que oferecemos à população. Nossa estratégia é comunicar com toda e qualquer pessoa que busque o conhecimento, que tenha a intenção de crescer em relação ao saber. E que sonhe em ser um agente transformador da sociedade no futuro”, ressalta o reitor.

    A instituição também se preocupa em beneficiar a comunidade. Isso acontece por meio de atendimentos sociais realizados nas clínicas-escolas em áreas como odontologia, nutrição, psicologia, fisioterapia, fonoaudiologia, estética e direito. Outras ações incluem o incentivo a espiritualidade, cultura e artes. Entre eles o Coral, a Orquestra Filarmônica UniCesumar, a Capela Cristã, o Núcleo de Apoio Integral e o Museu da História de Maringá. Também são oferecidos serviços no Hospital Veterinário, no UniCesumar Empresarial e na Fazenda Escola Biotec.

    Futuro

    Para Silva, o conhecimento é o bem maior no presente e será ainda mais no futuro. Com a rapidez do mundo atual, os educadores precisam encontrar soluções inteligentes para atender as demandas com inovação, coragem e compromisso com a qualidade. “Por isso, investimos em tecnologias de ponta no ensino. Nossos métodos de aprendizado têm sido pautados pela aplicação de metodologias ativas, lugares de debates e criatividade. O aluno coloca a ‘mão na massa’ e pratica desde os primeiros anos os conceitos aprendidos em sala de aula. Mas nada disso será importante se não tivermos princípios éticos. Temos valores e acreditamos neles”, finaliza.

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  • Jornada do Consumidor: como funciona?

    Você já ouviu falar em Jornada do Consumidor? Sabe como ela funciona? Ela é uma ferramenta de mapeamento usada para aumentar a taxa de conversão de clientes de uma empresa. O modelo –  criado com base em design de serviços – tem como função ilustrar a experiência dos clientes com a empresa. 

    O objetivo é enxergar de forma completa a experiência do cliente com a empresa, mostrando todos os pontos de contato. Isso vale desde o momento em que ele conheceu a empresa, até o relacionamento pós-venda.

    Entender essa jornada é fundamental para criar campanhas de vendas mais assertivas, mensurar resultados e manter relacionamento com os clientes. Mas, como a jornada do cliente funciona? De acordo com a analista de inteligência de mercado da RPC, Renata Matheus, existem quatro pontos comuns:

    1. Reconhecimento: Essa é a primeira etapa do funil, o momento de apresentar a sua empresa, atrair mais clientes e começar a conhecer mais sobre seus interesses.

    2. Consideração: Agora que as pessoas já conhecem seu produto ou serviço, é hora de fazer com que escolham a sua empresa. Nessa etapa, o funil começa ficar mais estreito ao definir quais pessoas se tornarão clientes e quais não. A estratégia de marketing deve ser voltada para para os compradores, por isso as pessoas que já demonstraram algum interesse serão os protagonistas desse segundo momento.

    3. Ação: Essa é a etapa das vendas e novos clientes. A estratégia deve ser focada em dar às pessoas o último impulso para que concretizem a compra, direcionando o máximo de tráfego possível para seu e-commerce ou loja física.

    4. Fidelização: Aumentar as vendas é apenas o começo: agora você deve manter um bom relacionamento com as pessoas que já compraram, para que as compras se tornem recorrentes. Outro objetivo é tornar os clientes embaixadores da marca, recomendando para seus amigos e conhecidos.

    “Dentro desse processo, o que muda é o tempo de conversão, ou seja, a velocidade entre acessar o produto e comprá-lo”, conta Renata.

    Para ela, a TV tem papel fundamental nesse processo, pois ela é capaz de:

    • Despertar interesse
    • Ativar gatilhos – há uma lembrança da marca e reconhecimento dela
    • Estar na memória de quem influencia a compra
    • Aumenta a referência sobre determinado produto

    Funil de Conversão

    A jornada de compras pode ser mostrada a partir de um funil de conversão. Ele aponta o caminho que uma pessoa deve percorrer desde a primeira vez que vê um produto até decidir comprá-lo. Por meio deste funil, o objetivo é atrair a atenção do consumidor e informá-lo durante diferentes estágios – reconhecimento, consideração, ação e fidelização – até gerar uma demanda que termine em vendas. Confira:

    Quer saber mais sobre o Funil de Conversão da sua empresa? Acesse Site Negócios RPC.

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  • Inspiração e inovação: Prati-Donaduzzi

    Inspiração e inovação. Essas palavras podem definir a Prati-Donaduzzi, fundada em 1993 e hoje uma das maiores indústrias farmacêuticas do Brasil. É, também, a maior fabricante de doses de genéricos no país, tem 4300 colaboradores diretos e capacidade para produzir 12 bilhões de doses ao ano.  Localizada em Toledo, no oeste do Paraná, a empresa se orgulha de ter crescido junto com o estado.

    “Em meados de 1993, os fundadores da Prati, os farmacêuticos Dr. Luiz e Dra. Carmen Donaduzzi vieram conhecer o Oeste do Paraná e perceberam que toda a região era muito próspera. Na época, com o apoio da prefeitura e do Governo do Estado através do Programa Bom Emprego, eles decidiram instalar a indústria por aqui”, conta Eder Maffissoni, diretor-presidente da Prati-Donaduzzi.

     

     

     

    Desse tempo para cá, a empresa não parou de crescer. Chegou a quase todas as unidades básicas de saúde do país e está presente em mais de 53 mil farmácias de norte a sul. Apesar de jovem, quando comparada a outras empresas do setor, a Prati investiu pesado. Isso vale para desenvolvimento de pessoas, Pesquisa, Inovação, e foco total na qualidade em todos os processos. “Procuramos manter nossos trabalhadores na linha de frente. Sabemos que sem eles não teríamos conseguido alçar nossos objetivos. Ou seja, para nós, as pessoas são essenciais para os nossos negócios. Além disso, destaco nossa atuação pautada na ética, transparência, respeito e honestidade”, completa o diretor.

    Inovação e Pesquisa

    Embora seja especializada na produção de genéricos, a Prati já colocou no mercado produtos com depósito de patente. O primeiro lançamento veio em 2017. É o Sensilatte – um comprimido de enzima lactase – responsável pela quebra da lactose no organismo. Hoje ele é exportado também para os Estados Unidos.

    A previsão agora é aumentar o portfólio de medicamentos em mais de 200 apresentações nos próximos três anos. Boa parte será destinada ao tratamento de áreas do sistema nervoso central e cardiovascular, além do aparelho digestivo metabólico.

    O mais esperado e o mais inovador é o Myalo, uma solução à base de canabidiol (CBD). Capaz de controlar crises de epilepsia refratária, ele  está previsto para entrar no mercado em 2020. O Myalo poderá ajudar a melhorar a qualidade de vida de quase 700 mil pessoas que sofrem da doença no país.

    “Devido a complexidade e alto custo de purificação do extrato vegetal, nossos pesquisadores já desenvolveram o canabidiol sintético (obtenção da molécula por meio de sínteses químicas de substâncias comuns, eliminando a necessidade de plantio). Assim conseguiremos contornar o elevado custo de importação do extrato purificado da planta e garantir a disponibilidade do insumo”, completa Maffissoni.

    Comunicação

    A evolução da Prati e as mudanças tecnológicas também demandaram mudanças na comunicação. De 2017 a 2019, a empresa foi patrocinadora da equipe R Mattheis na Stock Car. Para a empresa, a categoria funcionou como uma excelente plataforma para relacionamento, presença de marca e retorno de mídia. Foram sete temporadas na categoria, com números dignos do protagonismo que alcançou na Stock Car: 116 corridas, 22 pódios, três pole positions e quatro vitórias.

    Hoje a Prati passa por um novo planejamento de marketing, que deve ser divulgado em breve.  As novidades podem ser acompanhadas pelas redes sociais Facebook, Instagram e Linkedin. “Nosso site é outro grande aliado na informação para a imprensa, fornecedores, clientes e colaboradores”, completa Mafissoni.  

    Sobre a Prati-Donaduzzi

    Com 67 mil m² de área construída, dividida entre áreas administrativas, pesquisa e desenvolvimento, a área produtiva da Prati-Donaduzzi conta com três plantas responsáveis por produzir xaropes, cápsulas, comprimidos, pomadas e cremes. Entre eles, alguns medicamentos bem conhecidos e essenciais para garantir qualidade de vida aos brasileiros como: Ibuprofeno (anti-inflamatório), Losartana (pressão arterial) e Metformina (diabetes).

    Diferente de outras grandes empresas, na Prati-Donaduzzi quase não terceiriza serviços e mais de 60% do quadro de colaboradores é formado por mulheres. A empresa tem, ainda, um laboratório responsável pelas pesquisas e desenvolvimento, uma gráfica que produz as embalagens, frascos, bulas etc. e sua própria transportadora. São mais de 40 caminhões que levam os produtos de Toledo para todo o Brasil. 

    Com os olhos voltados para o futuro, a Prati tem vários planos. “Queremos aumentar o complexo industrial e, como consequência, gerar mais emprego e desenvolvimento para a região”, conta Mafissoni.  Ainda estão previstos a modernização das unidades fabris, aquisição de novos equipamentos, ampliação da linha de produtos, a construção de uma nova fábrica e investimentos pesados em pesquisa e desenvolvimento com foco em inovação.

  • Comunicação aproxima cooperativas de seus públicos

    O investimento em comunicação tem sido uma forma de aproximar cooperativas de seus públicos. No último sábado (06), foi comemorado o Dia Internacional do Cooperativismo, sistema econômico que distribui o capital de maneira mais democrática entre os trabalhadores. De acordo com a Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), o cooperativismo no estado apresentou, em 2018, crescimento em todos os indicadores socioeconômicos comparado com o ano anterior. O faturamento das cooperativas alcançou o montante de R$ 83,7 bilhões, um aumento de quase 20%. O número de associados cresceu 14,5%, passando para mais de 1,7 milhões de cooperados.

    A Ocepar também apresenta a representatividade dos diferentes setores do cooperativismo. As cooperativas do ramo agropecuário correspondem a 84,3% do total,  e é líder no número de pessoas empregadas diretamente (81,4%). Em segundo lugar, estão as da área da saúde com 7,6%. E em terceiro as do setor de crédito, com 7,4%. Para garantir o crescimento sustentável das cooperativas, um dos desafios é a adoção de estratégias comerciais e de comunicação assertivas.

    A Castrolanda, por exemplo, busca a inovação. De acordo com Marcio Copacheski, gerente de estratégia e inovação da Castrolanda, a cooperativa está reestruturando a área de marketing e comunicação. O objetivo é atingir seus diferentes públicos – cooperados, colaboradores, consumidores e fornecedores – de forma diferenciada. A transformação cultural é considerada a base desta nova comunicação. Com o slogan “Cooperar é transformar, a Castrolanda pretende revisitar o amplo conceito do cooperativismo praticado na instituição ao longo de sua história.

    “É o empreendedorismo somado à inovação, com um olhar curioso e inquieto sobre toda a evolução tecnológica que afeta nossos negócios e seus entornos, chegando até nas propriedades de nossos cooperados, onde toda a produção base de nossos produtos acontece.” Marcio Copacheski

    Atendimento e relacionamento

    Para a cooperativa financeira Cresol, a comunicação está no atendimento dos colaboradores, passa pelos programas de relacionamento até as ações com a comunidade e soluções oferecidas por seus produtos e serviços. Com investimento direto mensal de R$ 1 milhão, a cooperativa valoriza a comunicação interna, externa, comercial e institucional e atua nos canais tradicionais e digitais.

    “Somos uma instituição que gera desenvolvimento, oferece soluções e promove o crescimento das pessoas, dos empreendimentos e da comunidade. Por isso nossas estratégias se dão de forma indireta por meio dos veículos de comunicação e pelo relacionamento de excelência.” Luiz Ademar Panzer, diretor de comunicação e relacionamento da Cresol.

    Já a Copacol investe para se comunicar de forma mais eficiente com seus cooperados, colaboradores e com a comunidade. A ideia é que todos conheçam seus negócios e cresçam em conjunto com a cooperativa. Isso vale para o trabalho no campo, nos empregos na cidade ou nas oportunidades do comércio regional. As estratégias incluem divulgações em eventos, veículos de comunicação da própria Copacol e de parceiros. Seu impacto no desenvolvimento regional é notável – mais de 10 mil colaboradores e seis mil associados fazem parte da instituição. Além das cerca de 32 mil crianças que participam de projetos educacionais, esportivos e ambientais promovidos pela cooperativa.

    Leia mais em:

    No Sudoeste, cooperativismo e associativismo promovem união de setores

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  • Alimentação saudável: conheça a paranaense Vapza

    De acordo com pesquisas Euromonitor International, o mercado de alimentação saudável no Brasil de 2012 a 2017 cresceu, em média, 12,3% ao ano. Apenas em 2016 foram R$ 93,6 bilhões em vendas nesse setor no País. Some-se a isso o aumento da demanda por refeições prontas. E é exatamente nessa dobradinha pronta x saudável que se encontra a paranaense Vapza. Com 25 anos de fundação, ainda é a única no país a fornecer produtos embalados in natura, a vácuo, cozidos e esterilizados acima de 127 graus.

    Enrico Milani

    “Nossa tecnologia vem da França. Não usamos nenhum aditivo, nem conservantes. E é esse processo que mantém o alimento fresco e preserva os nutrientes”, conta Enrico Milani, diretor geral da empresa.

     

    Hoje, o portfólio tem 48 produtos e o público bem democrático. “Atendemos desde jovens, solteiros, até famílias e pessoas da melhor idade. Estamos praticamente em todos os estados do Brasil e exportando para 15 países”, conta Milani, que ressalta as certificações nacionais e internacionais da Vapza. “Temos liberação para exportar produtos para o mundo inteiro, algo incomum em boa parte das empresas brasileiras”, completa.

    A fábrica, localizada em Castro, tem 12 mil metros quadrados de área construída e 350 colaboradores. Confira o vídeo:

    Solução pronta no PDV

    Hoje a Vapza está nas maiores e mais importantes redes supermercadistas e de mercearias. Estrategicamente os produtos ficam expostos no setor de hortifruti, onde ele é mais aceito. Segundo Enrico, a meta é sempre explicar como o produto funciona e as principais características de uma alimentação saudável.

    “Nosso maior desafio é que o consumidor brasileiro saiba que nosso produto é 100% natural”, conta Milani.

    Como o varejo é onde há maior crescimento da Vapza, a empresa investe pesado em novidades. Recentemente a linha single – destinada a pequenos supermercados – passou a integrar o portfólio. Outro destaque foi a conquista de uma certificação internacional para produtos veganos.

    Fábrica da Vapza

    Novo momento

    O novo momento da Vapza inclui o portfólio novo de produtos. Destaque para os alimentos orgânicos (lançados em 2015), que hoje tem 10 produtos. O crescimento nesse tempo foi de quase 150%.

    No futuro, a ideia é ampliar a distribuição – crescer no Nordeste e Centro Oeste – e chegar a mais pontos internacionais. O ecommerce, lançado há 12 meses, também cresceu. A conversão chega a 2.5, um ótimo resultado para quem vende online. “Nosso foco é, e continuará sendo, levar solução para o consumidor”, finaliza Milani.

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  • Influência das tendências nas pequenas e médias empresas

    Qual a influência das tendências nas pequenas e médias empresas? Confira o artigo de Caroline Maestri Rodrigues, nossa analista de marketing mercado da RPC, preparou:

    O Sebrae (2016) alerta que muitos empresários se queixam da escassez de inovações. Mas, para inovar, é fundamental detectar quais são as verdadeiras demandas consumidores do seu negócio e estar alerta para compreender a diferença entre o que é dito e o que é demonstrado pelo seu comportamento. As inovações devem corresponder a um produto ou serviço que resolva um problema muito comum ao seu nicho de consumidores. Entretanto, poucas empresas têm o hábito de analisar o ciclo de vida e de aproveitamento do seu produto. O ideal seria que todas as empresas, independente do seu setor de atuação, dedicassem um departamento com equipe multidisciplinar para repensar processos e estudar seu consumidor

    As tendências e a inovação estão conectadas. As tendências têm o poder de formar insights sobre estratégias e direções a serem aplicadas em organizações e ajustadas em seus produtos e serviços. As empresas que não repensarem suas ofertas e valores terão crescimento baixo e não haverá aumento da demanda de seu público-alvo. A mudança é a essência da inovação.

    A tendência e a inovação estão interligadas: enquanto a caça às tendências detecta e analisa mudanças, o processo de inovação é direcionado para criar transformação. O insight de uma tendência é o principal ponto para inovar. O processo de transformar uma tendência em inovação consiste em um trabalho de grupo, de preferência com integrantes de diferentes áreas profissionais, para que a quantidade de bagagem cultural e referências seja ampla. 

    Contudo, esta realidade é recorrente apenas nas grandes corporações, que já entenderam a forte influência que as tendências possuem sobre seu mercado e público-alvo. Nas pequenas e médias empresas, o número de colaboradores é escasso e, normalmente, cada um possui mais de uma especialidade para suprir as demandas sem afetar o faturamento. A verdade é que possuir um laboratório de tendências e inovação é caro. Para solucionar esse problema, o ideal seria contratar um parceiro como um instituto de tendências para auxiliar nessa missão. Bureaus de tendências como TrendWatching e WGSN estão nas maiores cidades do mundo e hoje são consideradas as empresas mais cobiçadas do ramo para estudar a sociedade e seu comportamento. Consequentemente, seus relatórios são caros e há baixa quantidade de conteúdo disponível com livre acesso. E, além disso, nem sempre as informações publicadas por eles são do segmento da empresa que anseia por essas tendências. 

    tendencia pequenas e medias empresas RPC
    tendencia pequenas e medias empresas RPC

    Instituto coolhunter 

    Uma solução para o desenvolvimento inovativo dessas pequenas e médias empresas seria um instituto de tendência de menor porte. Ele poderia oferecer resoluções para focar no crescimento dos negócios mostrando diferentes caminhos criativos e seus resultados. Este instituto coolhunter teria como objetivo traduzir e interpretar tendências em produtos ou serviços certeiros e inovadores. As equipes das pequenas e médias empresas que estão em procura de soluções inovadoras podem não compreender o zeitgeist e o comportamento do seu público-alvo. Por isso, o trabalho do instituto coolhunter seria:

    • Verificar quais tendências se aplicam ao negócio
    • Como gerar ideias
    • Rever processos de produtos e serviços que se encaixem no seu setor e atendam à necessidade de seus consumidores.
    • Melhorar a questão de tempo e custo.
    • Otimizar processos. Ou seja, as tendências seriam entregues em forma de relatórios e mood boards de maneira direcionada.

    CONCLUSÃO 

    A criação de um instituto de tendências e inovação para pequenas e médias empresas repercutiria em resultados positivos. Ou seja,  proporcionaria mais chances de desenvolvimento e sucesso na companhia que realizar a contratação do serviço. 

    Desta forma, o público-alvo seria mais atraído pelos produtos, serviços e valores. E seria possível maior entendimentos dos seus desejos, necessidades e expectativas. 

    Perante o mercado, a empresa teria capacidade de inovar sua marca e não perder seus consumidores para a concorrência. As chances da organização falir e deixar seu público-alvo seriam menores. Analisando pelo âmbito financeiro, será mais barata a contratação dos serviços deste instituto de tendências e inovação quando comparado aos grandes players do segmento e seu custo- benefício. Também seria maior considerando as propostas de inovação que também serão oferecidas. 

    Este artigo foi escrito pela nossa analista de marketing mercado da RPC, Carol Maestri 🙂 Junto a Natalia Costa Nogueira e a Kelly Senegaglia, elas formam o time de estratégias de mercado da RPC. Procura insights de mercado? Troca uma ideia com elas.

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    Carol Maestri, Marketing RPC

    Veja mais sobre coolhunting aqui:

    De olho nas tendências: o que podemos aprender com os festivais de criatividade?

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  • Dia dos Pais: aproveite para vender mais

    De acordo com a Fecomércio PR,  em 2018, 69,5% dos paranaenses pretendiam presentear no Dia dos Pais.

    Para 2019, a expectativa segue em alta. De acordo com a mesma pesquisa, 7 em cada 10 paranaenses pretendem comprar presentes.

    Para descobrir mais informações sobre o comportamento de mídia e consumo nesta época do ano, preparamos um estudo dedicado à data e chegamos a vários insights que podem inspirar você:

    BAIXE Apresentação DiaDosPais RPC 2019
    BAIXE Apresentação DiaDosPais RPC 2019

    Ações Especiais

    De acordo com a empresa NuvemCommerce, apenas 27% dos lojistas entrevistados em uma pesquisa fazem ações especiais neste período.

    Depois de conhecer os dados do nosso ebook, aposte em algumas ações, como:

    • Investir em anúncio: de acordo com os dados acima, as pessoas estão dispostas a comprar. Para atrair o público e divulgar seus produtos, invista em anúncios. Afinal, quem não é visto, não é lembrado!
    • Fuja das promoções “clichê”: invista tempo e planejamento em uma ação diferente, que consiga se destacar. Em meio a concorrência, isso pode garantir maior impacto para o seu público e fazer seu faturamento ser ainda melhor.
    • Vendas adicionais: Agora que o cliente está na loja – ou no ecommerce – aproveite para oferecer ítens adicionais. Geralmente, a pessoa está presenteando o pai, mas nada impede dele presentear alguma outra figura paterna, ou até mesmo aproveitar para já comprar o presente para outro pai (pai da esposa), por exemplo. Para isso, crie ações específicas e treine sua equipe.

    E aí, vai aproveitar? Conte com a gente para pensar em uma solução que tem a ver com o momento da sua marca:  informações@rpc.com.br ou https://www.negociosrpc.com.br/deolhonomercado/contato/.

    Veja mais em:

    Sabe o que não vai faltar neste Dia dos Pais? Informação! Saiba mais no nosso vídeo

    E conheça algumas campanhas para te inspirar:

    Uma galeria de comerciais do Dia dos Pais para inspirar suas próximas campanhas

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  • Globo Esporte de cara nova

    O Globo Esporte está de cara nova. Certamente você deve ter percebido mudanças recentes no posicionamento e na programação.  Nós conversamos com Eduardo Abilhoa, gerente de esporte da RPC, para falar mais sobre essa nova fase. Confira:

    acao-comercial-GE-PR-RPC
    Rogério Tavares e Janaína Castilho comando o Globo Esporte PR

    1)     O que mudou no GE e quando essas mudanças começaram?

    Apresentamos o projeto do novo Esporte RPC para a Globo no fim do ano passado e, ao longo do primeiro semestre de 2019, consolidamos a mudança. Na prática, Jornalismo e Esporte da RPC estão separados desde janeiro de 2019. O Esporte passa a ter um olhar atento aos novos formatos comerciais e às novas oportunidades de negócios. Junto com o Marketing e o Comercial da RPC, já estamos estudando e planejando as primeiras ações comerciais dentro do GE.

    2)     De que maneira essas mudanças aconteceram aqui na RPC?

    A RPC foi a primeira afiliada da Globo a fazer essa mudança. Somos pioneiros para o Brasil. Inovação é um dos pilares da empresa. Por isso, a transição entre Jornalismo e Esporte foi tranquila, estruturada e transparente. 

    3)     Por que mudar?

    O Esporte é uma área que reúne Jornalismo e Entretenimento. Assim, podemos proporcionar ao mercado publicitário e aos clientes da RPC novos produtos, novas soluções comerciais e nova visibilidade às marcas. O desenvolvimento de conteúdos esportivos com um olhar comercial abrirá um leque de opções para os anunciantes. Associar uma marca ao esporte é sinônimo de resultado positivo, porque o esporte é uma ferramenta de educação, de integração social e de desenvolvimento da sociedade. Este novo modelo adotado pela RPC, segue a mesma movimentação feita pela Globo em 2016. Estamos muito bem alinhados ao Esporte Globo.

     4)     Em sua opinião, quem é e como se comporta o telespectador de esporte?

    O telespectador de esporte é ávido por informação, pela busca frenética de notícias. Gosta também de curiosidades, notícias com bom humor e transmissões ao vivo. Boa parte do nosso público pratica algum esporte. O futebol, por exemplo, é o esporte mais praticado no país e, obviamente, é o esporte mais assistido na TV pelos brasileiros. Mas temos espaço para todos os esportes e histórias apaixonantes e inspiradoras.   

    5)     Como a RPC se prepara para atender a essa nova geração de telespectadores?

    Essa nova geração eu costumo chamar de “geração rede social”. São telespectadores que assistem TV, consomem os programas esportivos e as transmissões ao vivo, porém não abrem mão de interagir ao mesmo tempo na rede social. Acreditamos que o caminho é estimular as várias formas de interatividade e de conexão com o telespectador, que é exatamente o que a RPC já faz.

    6)     Como deve ser o GE no futuro, em sua opinião?

    Como é hoje! O programa esportivo mais relevante e de maior audiência da TV paranaense. O GE está no ar há 41 anos, mostrando o que há de melhor no esporte. Lógico, com um olhar focado sempre na inovação, na interatividade, nas multitelas (smartphones, tablets e computadores).  Temos o maior site de conteúdo esportivo do Brasil, o globoesporte.com. E cada vez mais vamos unir e conectar TV e internet.

    Mudanças Estratégicas

    Desenvolver novas soluções comerciais para o pilar esportivo faz sentido quando se analisa o peso que o tema tem para o faturamento da Globo. A temporada de futebol (que engloba as transmissões do Brasileirão, Estaduais, Copa do Brasil, Libertadores da América e dos Amistosos da Seleção) é, há anos, o mais valioso pacote comercial da mídia brasileira.

    Hoje, o núcleo de Esporte – que durante muito tempo esteve debaixo do guarda-chuva do jornalismo – faz parte de um pilar independente,  mais conectado ao Entretenimento. O objetivo é  aproximar o universo esportivo da área comercial. A emissora confirma que está em busca de novas soluções comerciais. “Uma das frentes da unidade do Esporte é ampliar o olhar sobre novas oportunidades junto aos clientes. Já estamos estudando/testando possibilidades de formatos publicitários junto ao nosso elenco para definir uma política condizente com o olhar do Esporte”, declarou a área de comunicação de esportes do Grupo Globo.

    Que tal aproveitar essa nova fase?
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  • Sinestesia na publicidade

    Você já ouviu falar em sinestesia? Esse é o termo usado para descrever quando dois ou mais sentidos (tato, visão, olfato, audição e paladar) se juntam para criar associações. De acordo com especialistas, a sinestesia vai além de conexões, pois, os sentidos se unem, se descolam e assumem outras funções. Por exemplo: ao ser exposto à cor vermelha, sua visão pode fazer o papel do seu paladar, e assim, vai sentir o gosto de seu presunto preferido.

    Infográfico

    O avanço da ciência e a tecnologia estão permitindo ao mercado publicitário trabalhar com ações sinestésicas. O objetivo é despertar emoções, sentimentos e sensações no consumidor. Em outras palavras, resgatar memórias e afeto a ponto de tornar produtos irresistíveis. Em cada estratégia vale usar aromas para lojas, cores que remetem a sensações (tranquilidade, ânimo etc.). Em 2016, o Burger King fez uma campanha com taxistas, onde o cheiro do hambúrguer fazia com que as pessoas ficassem cm muita vontade de comer. Veja aqui https://www.youtube.com/watch?v=W_Jmgaqim-Y

    Recentemente, duas campanhas trabalharam com ações sinestésicas. A Talent Marcel deu formas a elementos sonoros ao criar quadros com base em notas de músicas clássicas. E a J. Walter Thompson também partiu da sonoridade para traçar um paralelo entre música e paladar. O projeto “Sabor das Músicas” uniu a Tramontina, o Spotify e a J. Walter Thompson em um projeto que exigiu muito estudo de neurociência. A proposta era relacionar diferentes canções da plataforma musical a pratos culinários, mas com a devida associação entre sabores e acordes. O resultado você vê aqui: https://vimeo.com/333862592

    Já na Talent Marcel os acordes clássicos foram transformados em obras de arte. O trabalho Música Para os Olhos, criado para homenagear a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), recorreu à tecnologia para captar, literalmente, os movimentos do som. O vídeo da ação você pode ver aqui: https://www.youtube.com/watch?v=WNRUqbmjYTk

  • Jockey Plaza aposta em comunicação para todos os públicos

    O Jockey Plaza chega a Curitiba com um enorme sucesso de público. Em apenas cinco dias de operação foram mais de 400 mil pessoas circulando pelos corredores. Para a gerente de marketing do shopping, Michele Cerqueira, os bons resultados são reflexo de vários atrativos. “O shopping foi muito esperado por quase uma década. Havia expectativa das pessoas e uma campanha assertiva no ar. Todos os fatores influenciaram positivamente. Se imaginar é bom, descobrir é ainda melhor”, conta Michele.

    A estratégia de comunicação começou com o patrocínio do Jornal Hoje na RPC. No ar há um mês, a proposta é  fazer um trabalho de marca forte, presente todos os dias na casa das pessoas. “Quisemos nos aproximar da população, conquistar alcance em Curitiba e região metropolitana e mostrar que viemos para fazer parte da rotina dos consumidores da região”, completa Michele.

    O Jockey Plaza Shopping – empreendimento do Grupo Tacla, Paysage, Casteval e GRCA  – teve investimento de R$650 milhões. São 200 mil m² de área construída que comportam 400 operações e 28 opções na praça de alimentação, com vista panorâmica para a pista de corridas do Jockey Club do Paraná, 18 lojas âncora, 16 megalojas, 11 elevadores e 14 escadas rolantes.

    Localizado em uma região carente há muitos anos de um espaço para compras, entretenimento e lazer, o Jockey Plaza adotou uma linha de comunicação ampla, voltada para diversos perfis. De acordo com a gerente de marketing do shopping, Michelle Cirqueira, as estratégias estão voltadas para os seguintes públicos:

    • Vizinhos – quem mora na região
    • Jovens
    • Famílias
    • Curiosos
    • Consumistas
    • Trend setters
    • Maduros
    • Lojistas

     “Para cada público escolhemos uma forma de nos apresentar e conversar. Trabalhamos TV e outdoor falando com todos. Mídias segmentadas com um ou outro nicho. Usamos jornal impresso, meios eletrônicos como aplicativos e sites de música. Criamos um jingle bem bacana, muito próximo dos hits do pop nacional, que está sendo trabalhado também nas rádios”, conta Michelle.

    Escolha da agência

    Todo o trabalho foi desenvolvido em parceria com a agência TIF, que atende o shopping desde o início e apresentou um estudo com as condições de mercado, expectativa de público e o produto em si. “Foi assim que chegamos a conclusão que a comunicação seria feita para um perfil misto de público”, conta Michelle.

    A segunda etapa foi entender como conversar com um grupo tão diverso – são 1,3 milhões de pessoas na área de influência, ou seja, levam até 15 minutos para chegar ao shopping. A decisão foi trabalhar de forma democrática. “Ao mesmo tempo que trouxemos marcas inéditas, estrutura diferenciada, arquitetura elegante, não somos excludentes. Nosso cuidado foi mostrar que o Jockey Plaza é exclusivo, e não excludente”, pontua Michelle.

    O slogan “Uma descoberta a cada volta” veio da expectativa das pessoas com relação ao empreendimento. Essa campanha será veiculada por nove meses, reforçada pelas datas sazonais do varejo, como Dia dos Pais e Natal.

    Arquitetura e estrutura

    O projeto arquitetônico teve seu início nas mãos do arquiteto Manoel Doria, e a iluminação é assinada pelo lighting designer norte-americano Theo Kondos. O arquiteto Arthur Casas  é responsável pela concepção do interior e fachada do shopping, e convidou Renata Tilli para assinar o paisagismo. O projeto prioriza espaços amplos, iluminação natural e muita área verde, e busca ressignificar o lazer, remetendo o empreendimento a uma extensão de um espaço externo, como um parque, uma praça ou a própria rua.

    A grande beleza estética do projeto está no design do forro e iluminação, que traz distintas formas geométricas, também aplicadas no mobiliário, fachada e paisagismo externo. Essas características foram trazidas para a linha gráfica da campanha. “Trouxemos um pouquinho da arquitetura para a comunicação”, afirma Michelle.

    Veja mais sobre a estrutura do Jockey Plaza Shopping aqui

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