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Comportamento

Dia da Saúde: manifesto da Nextel chama atenção para um assunto importante…o bullying!

Quatro olhos, pé grande, comilão, gordinha... Na infância e adolescência, é como se a violência fosse uma parada obrigatória na vida de muitos de nós. O ponto difícil é que, quando crescemos, pode ser complicado acreditar que todos aqueles xingamentos não são a nossa verdade. Hoje, Dia Nacional da Saúde, convidamos a psicóloga Jeanine Rolim que, a partir do manifesto lançado há menos de um mês pela Nextel, nos contou como o bullying e a violência podem afetar nossa saúde emocional.

Só pra te lembrar, hoje é sexta-feira. Vai sair com os amigos? Vai encontrar o namorado? Ficar com a família?

Então, antes da gente conversar, gostaríamos de te fazer um pedido. Relaxe um pouquinho, alivie a pressão nos ombros, coloque o fone de ouvido, sente-se confortável na cadeira e aperte o play!

Há cerca de dois meses,  a Nextel lançou este manifesto convocando artistas e personalidades para chamar a atenção do público sobre rótulos – um tema difícil de conversar sem provocar desconforto e até uma dose apimentada de polêmica. Não são todas as marcas que topam o desafio de lançar a bola tão alto; a Nextel talvez tenha topado entrar na discussão sobre estimagtização social porque já carrega no seu DNA algo de disruptivo, gosta de ser associada à liberdade. Quais foram os rótulos que você já recebeu?

Bullying dói!

De acordo com a psicóloga Jeanine Rolim, para que uma ação de violência seja caracterizada como bullying é necessário que a situação se enquadre em alguns pré-requisitos:

  1. Precisa acontecer com uma intenção de gerar dor, seja física ou emocional
  2. É perpetrada por grupos com diferenças de forças; não necessariamente força física, mas força de coerção
  3. Repetição; frequência do ato de violência

E muita gente nem sabe por que faz…

De acordo com pesquisa divulgada este ano, 20% dos estudantes brasileiros já praticaram bullying contra colegas. No entanto, 51% não sabem explicar o motivo da agressão. “É difícil dizer algo que se aplique a todos os casos, mas o que percebemos na prática é que quando a situação de bullying é detectada, normalmente o agressor também está doente; o que faz ele agir desse jeito? A violência é uma linguagem e raras são as pessoas que foram ensinadas a lidar com a raiva. Às vezes, essa é a única linguagem que esse agressor aprendeu; o seu senso de autovalor também está machucado”, explica.

Hoje, não por coincidência, é o Dia Nacional da Saúde. Com a vida agitada, compromissos inadiáveis, deadlines apertados, é importante lembrarmos que saúde não é só o físico; é o emocional também. Convidamos a psicóloga Jeanine Rolim a ajudar nossos leitores a refletir sobre as consequência do bullying e do rótulo na percepção de autovalor que fazemos sobre nós mesmos. Fica aqui também a provocação: que tal levar reflexões para o universo da comunicação, assim como fez a Nextel?

Vamos juntos criar relações saudáveis? #DeOlhoNoMercadoRPC

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