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Outubro Rosa. Como a sua marca pode criar conexões com as mulheres?

Aderir ao movimento do Outubro Rosa de forma genuína e sincera é possível – e criar conexões sempre rende bons resultados. Especialista em branding comenta o assunto.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa é que, em 2018, sejam registados quase 60 mil casos de câncer de mama no país. Este é o segundo tipo mais comum entre as mulheres do mundo e do Brasil. Em porcentagem, corresponde a cerca de 28% dos novos casos a cada ano. Diminuir estes índices é o objetivo maior do Outubro Rosa, que nasceu em 1990. A campanha busca a conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. A campanha envolve muito mais do que órgãos oficiais ligados à saúde. Todos os anos, mobiliza empresas e marcas a se engajarem para propagar informação sobre o tema.

Movimentos genuínos

Olhar atento ao posicionamento da empresa. Lidianne Hupfer, sócia e consultora na Valente Branding, aponta a primeira estratégia das marcas na comunicação do Outubro Rosa. Não só nele, aliás. Criar conexões é uma tarefa diária.   “Saber o fio condutor da comunicação, ou seja, o posicionamento, faz com que o marketing fique mais inteligente. Com um bom planejamento, essa estratégia traz resultados no médio e longo prazo com menor investimento de tempo, dinheiro e energia dos gestores”, afirma.

Como profissional de branding, Lidianne entende que todos os movimentos de uma marca precisam ser genuínos. O apoio ao Outubro Rosa, por exemplo, é uma forma de ajudar as mulheres a estarem atentas com a saúde.  Mas não basta apenas replicar o discurso. “É preciso reconhecer como o tema se relaciona com seu posicionamento. Caso contrário,  a mensagem pode ficar um pouco vazia e se misturar com a paisagem geral do assunto”, indica.

Engajamento – sem esquecer dos resultados

“ Toda marca busca resultados e diferenciação, é assim que aprendemos a fazer marketing”, explica Lidianne. Com isto em mente, a especialista em branding indica que o ponto de equilíbrio está em relacionar a necessidade de resultado com o que existe de valor para o cliente. E se, ao invés de questionar qual a melhor ação para a sua marca ser lembrada nesta oportunidade, você se perguntar quais qualidade e habilidades do seu negócio se relacionam com as necessidades do seu público neste momento? “Com essa simples mudança, falar do Outubro Rosa ou do Novembro Azul ganha outra cara. Uma linguagem mais proprietária. O cliente reconhece a empresa naquela comunicação. Isso  traz resultado”, afirma.

Uma marca relevante não precisa, necessariamente, criar diálogos com o público externo a todo momento. Oportunidades como estas podem ser trabalhadas na comunicação interna, com funcionárias e fornecedoras. Novamente, quem “manda” na estratégia de conteúdo é o fio condutor da marca. “Às vezes, é melhor promover um olhar interno sobre a saúde das colaboradoras do que se abrir para uma comunicação que não lhe ajuda a construir um território de marca”, explica.

Tendências

Mas, afinal, quais são as tendências de consumo e comportamento do público feminino que as marcas podem conectar com o Outubro Rosa? Para Lidianne, o novo momento feminino, em que as mulheres estão mais ativas em todas as suas esferas, influencia o comportamento de compra. “É importante perceber que elas fazem parte da decisão de compra da família. São protagonistas em suas casas. Questões como equilibrar saúde, trabalho e família e ainda resgatar o feminino de sua essência começam a surgir com ainda mais força”, completa.

Vamos juntos falar com elas? #DeOlhoNoMercadoRPC

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