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Economia e Setores

Fim de ano traz otimismo para comércio e indústria

Diversos setores da economia esperam aumento da demanda com a chegada do período de festas de final de ano e férias de verão

 

Aumento das vendas para o fim do ano é esperado por lojistas; preço deve ser fator decisivo na hora da compra. Foto: Unsplash


A proximidade do fim do ano tem aumentado o clima de otimismo no comércio e na indústria, o que se reflete em mais possibilidades de negócios para diversas áreas. Natal, ano-novo e as férias de verão prometem aquecer as vendas dos mais variados setores. A expectativa está ainda maior este ano devida à pandemia.

De acordo com os empresários ouvidos pelo De Olho no Mercado, a expectativa é que as vendas alcancem patamares entre 10% a 15% maiores que o mesmo período do ano passado.

 

Vendas no comércio


Ótica Mega Visão, de Foz do Iguaçu, prevê vendas recorde no final do ano. Foto: Divulgação

José Gomes é proprietário da Ótica Mega Visão, em Foz do Iguaçu. O empresário está bastante otimista com a proximidade do fim do ano.  “Acredito num faturamento recorde para o período. As vendas devem começar a aumentar já a partir do mês de novembro. A expectativa maior de venda é de produtos com preços populares.”

Ele também vem apostando no investimento em comunicação como propulsor de vendas.

 

 

“Esse ano tivemos um investimento maior em comunicação e também abrimos uma nova unidade. Como resultado desses investimentos, dobramos o nosso faturamento.”

 

 

Marisa Amari, proprietária da loja de departamento O Doidão, também de Foz do Iguaçu, conta que o movimento tem aumentado desde a reabertura da loja, que ficou fechada por algumas semanas em função da pandemia. “As pessoas continuaram comprando nesse período. O que vimos foi que muitos consumidores preferiram o delivery, em razão da segurança.”

A loja traz itens que atendem a toda a família, com os setores: cama, mesa e banho; decoração; vestuário masculino, feminino e infantil; além de moda íntima. “A seção de cama, mesa e banho foi a que mais nos surpreendeu nos últimos meses. Como as pessoas estão passando mais tempo dentro de casa, estão consumindo mais esses produtos. Com isso, dobramos nossas vendas nesse setor.”

Para o fim do ano, Marisa aposta na procura por peças de roupas confortáveis e itens para a casa. “Vemos também que o consumidor está buscando produtos com melhores preços, com um bom custo-benefício.”

Para alcançar um aumento nas vendas entre 10% a 15% a mais que o ano passado, a estratégia da Loja O Doidão é o combo de promoções na loja, campanha em televisão e divulgação nas redes sociais.

 

 

“Todos os anos, nessa época, fazemos campanhas na televisão. Esse ano, entretanto, apostamos ainda mais forte nesse veículo. Estamos desde maio fazendo propaganda na televisão para alcançar o público que está mais em casa.”

 

 

Indústria

A Levo Alimentos é uma indústria paranaense que trabalha com cortes de frango. A marca foi lançada durante a pandemia e tem foco no pequeno varejo.

Mesmo enfrentando desafios como o preço do frango e o aumento da concorrência no mercado interno, a marca tem se destacado.

 

“O pessoal tem gostado do produto e aos poucos estamos aumentando o volume de vendas. Com o aumento do preço da matéria-prima, a solução foi apertar nossas margens para podermos continuar competitivos”, conta Rodrigo Francisco, gestor da operação Levo Alimentos em Umuarama.

 

Para o fim do ano, a expectativa é otimista. “Vamos conseguir ajustar os valores nesse último trimestre e esperamos uma demanda ainda maior por parte do varejo.”

 

Comunicação

“Devagar a gente percebe que o mercado está voltando. As mudanças de comportamento do consumidor estão exigindo novas ações por parte das empresas. Sairá na frente quem tiver uma estratégia para a retomada”, observa Rosmary Chimentão, diretora da Arroba Comunicação, agência com sede em Jandaia do Sul, no interior do estado.

 
Rosmary reforça a importância da agilidade nas ações de comunicação nesse momento de retomada. “É preciso ter novas ideias e buscar soluções inéditas para se diferenciar. Passamos por um processo de mudança muito intenso. Agora, temos um novo consumidor com novas expectativas. É preciso entender isso.”

Para a comunicação de fim de ano, ela aposta em campanhas de televisão. “As pessoas ainda estão mais em casa.
A confiabilidade e a seriedade de trabalhar com uma emissora como a Globo faz toda a diferença para o resultado.”

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