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Growth hacking: como aplicar no seu negócio?

Termo muito comum nos ecossistemas de inovação e que traz uma forma disruptiva de pensar.

Quando você ouve o termo growth hacking, o que vem a sua mente? Boa parte das pessoas associa aos hackers, personagens no mundo virtual. Mas, calma! Vamos te contar o que isso significa e como ele pode ser útil para você e para sua empresa.

Growth hacking é um termo muito comum nos ecossistemas de inovação e é visto não só como técnicas inovadoras, mas como uma forma disruptiva de pensar.

Em 2010, Sean Ellis, definiu growth hacking como sendo o marketing orientado a experimentos. É um processo de experimentação em ritmo acelerado para gerar crescimento. 

Encontrar em sua empresa oportunidades ou gatilhos para o sucesso, e criar estratégias visando resultados para o crescimento pode não ser tão simples e rápido, requer conhecimento do processo, do negócio. Existe uma sequência básica para aplicar o growth hacking. Dave McClure, criou o Funil do Growth Hacking, ou funil do pirata (devido às iniciais, em inglês. AARRR). 

O funil possui 5 estágios:

  1. Aquisição: reúne as práticas para atrair e conquistar um cliente.
  2. Ativação: o foco é entregar a primeira boa experiência ao cliente.
  3. Retenção: etapa em que os clientes estão satisfeitos ao ponto de continuar utilizando seu produto.
  4. Receita: quando os clientes estão gerando faturamento para a empresa.
  5. Indicação: quando estão chamando amigos e conhecidos para se tornarem clientes também.
growth hacking
Fonte: growthrocks.com

As ações de growth hacking são pensadas para otimizar os estágios desse funil. Vale destacar que as etapas não são delimitadas. Para alguns produtos e serviços, a retenção e a receita andam juntas, por exemplo. O mais importante é identificar em quais estágios estão os problemas a serem resolvidos.

Etapas do growth hacking

As principais etapas do growth hacking são:

-Gerar ideias de práticas para alavancar o crescimento;

-Gerar um brainstorming com a equipe;

– Selecionar ideias: priorizar avaliando custo e/ou complexidade de implementação, probabilidade de sucesso do experimento, impacto nos resultados da empresa. As ideias mais simples, com maior probabilidade de sucesso e alto impacto nos resultados, devem ser as primeiras a serem colocadas em prática.

– Modelar os experimentos: nessa etapa a ideia se torna uma hipótese. Serão definidas as pessoas envolvidas, quais ferramentas  serão utilizadas e como os resultados serão medidos.

– Colocar em prática o experimento: nessa etapa devemos optar pelo caminho mais simples e rápido. O objetivo é comprovar a hipótese, e não desenvolver uma solução definitiva.

– Análise de resultados: avaliar se essa hipótese se confirmou. O objetivo é o aprendizado.

Criar equipes com pessoas de diversas áreas da empresa, combinando os perfis analíticos, cientifico e criativo é uma forma de criar a mentalidade de crescimento, ou growth mindset.

Toda decisão deve ser baseada em análises e dados e existir um passo a passo definido para a implementação das melhorias. Nesse quesito, conhecer processos, metodologias de experimentos, tecnologia e a psicologia do consumidor é fundamental. Saber como é a jornada do seu consumidor, como eles pensam, reagem e pelo que são motivados é essencial.

Mas, atenção! Não existe uma solução mestre que resolverá todos os problemas. Experimentar é a palavra que deve prevalecer. Os resultados demoram, por isso teste várias coisas em paralelo. Muitos destes falham. Aprenda com isso e terá novas ideias.

Existem muitos recursos sobre growth hacker. Nem tudo funciona com todos. Saber como aplicar essa mesma mentalidade à sua empresa é fundamental.

growth hacking
Adriano Pereira – Marketing RPC Curitiba

 

 

 

 

 

 

 

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