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Economia e Setores

Mercado pet em alta no Paraná

De animais de estimação a membros da família, os pets protagonizam cada vez mais os lares e o mercado econômico.

Segundo o Censo Pet, divulgado recentemente pelo Instituto Pet Brasil, para cada três pessoas que vivem no Paraná existem dois animais de estimação, entre cachorros, gatos, peixes ornamentais e aves canoras. Em 2018, havia 7,8 milhões de animais de estimação no estado, ao mesmo tempo em que a população chegava aos 11,4 milhões. Para comemorar, o Dia Mundial dos Animais, celebrado nesta sexta-feira (4), conversamos com profissionais do mercado pet e defensores da causa animal para entender o que tem feito esse setor se manter tão aquecido. 

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CASE DE EXPANSÃO NO MERCADO PET

Há 26 anos no segmento animal, a Casa do Produtor, uma rede de pet shop em Curitiba, conta que começou com venda de produtos para animais de grande porte, como vacas e cavalos – por isso o nome Casa do Produtor. Ao longo dos anos, foi ampliando o estabelecimento e o mix de produtos. Atualmente, a empresa conta, dentro da própria loja, com a farmácia veterinária mais completa do Sul do Brasil, além de uma clínica veterinária, com centro cirúrgico, 30 leitos para internamento e atendimento 24 horas, com veterinários de prontidão.

Com tudo isso, o crescimento registrado pelo estabelecimento tem girado em torno de 15% ao ano. Só no primeiro semestre de 2019, o faturamento foi 40% maior em relação ao ano passado. Além disso, a cada final de semana, cerca de 2 mil pessoas circulam na loja. Aos sábados e domingos, o espaço ainda realiza feiras de adoção.

NOVO PERFIL DO CLIENTE

“Os clientes de hoje têm uma configuração diferente da época dos nossos pais e isso reflete diretamente no mercado pet. Os jovens prezam ainda mais pela área profissional, são antenados e comprometidos com questões sustentáveis. É um tutor responsável que entende que o pet é a extensão da sua família”, conta a diretora-executiva da Casa do Produtor, Vanessa Melo.

Para a presidente e fundadora do Instituto Fica Comigo, Carla Negochadle, os pets são fundamentais para o bom andamento da família.

“Eles ensinam a tolerância e provocam mudanças bruscas e positivas em situações complicadas. Notamos também o quanto os idosos melhoram na saúde, mesmo depois de pouco tempo de convivência”.

CRESCIMENTO NO BRASIL

Com os resultados mais recentes, o Brasil ocupa o segundo principal mercado pet do planeta. Em primeiro lugar estão os Estados Unidos, com 40% do faturamento de varejo do setor. O pet nacional movimentou R$ 34,4 bilhões em 2018, alta de 4,6% frente a 2017, quando o faturamento final foi de R$ 32,9 bilhões.

A pesquisa divulgada em 2019 pelo Instituto Pet Brasil apontam que o gasto mensal médio com os cães é de R$ 338,76. No caso dos cães de pequeno porte, esse valor cai para R$ 266,18, de médio R$ 327,51 e os grandes geram um gasto mensal médio de R$ 422,59. 

No caso dos felinos, o gasto médio é de R$ 196,56 mensais. Os peixes geram em média um gasto de R$ 66,50 por mês, levando em consideração 10 peixes em um aquário de 40 litros. As aves geram um custo de R$ 7,80 por animal/mês.

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Embora o mercado se mantenha aquecido, quem deseja empreender precisa entender o segmento, se planejar e investir em inovação. Dessa forma, conseguirá se diferenciar da concorrência. Outras grandes apostas são para os nichos que priorizem o bem-estar e qualidade de vida do animal.

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