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Economia e Setores

Para o setor imobiliário de Maringá, 2018 pode ser o ano das “chaves na mão”

Sinais mais otimistas na economia retomam a confiança dos consumidores. Em Maringá, a mudança de comportamento pode ser sentida em um setor bastante importante: a compra e venda de imóveis. Conversamos com José Armando Quirino dos Santos, vice-presidente do Sinduscon-Noroeste/PR; e trazemos também dados relevantes sobre o potencial de consumo na região. Vamos juntos!

Um mercado imobiliário bastante sólido, potencializado por investimentos constantes em qualidade na área de construção civil. Em Maringá, as expectativas positivas do setor não são por acaso. Uma pesquisa feita em agosto pelo Sebrae, Unicesumar e Sinduscon Noroeste-PR mostrou que o potencial imobiliário na cidade é bastante promissor. Segundo o levantamento, a intenção de compra de imóveis nos próximos seis meses é de 3.500 unidades.

José Armando Quirino dos Santos, vice- presidente do Sinduscon Noroeste, explica porque esta é uma aposta que pode ser concretizada. A cidade é responsável por cerca de 90% do mercado imobiliário do Noroeste.  “Hoje temos menos lançamentos em Maringá, se compararmos com outros períodos. Isso se deve a fatores políticos e econômicos, claro. Mas não está faltando dinheiro na cidade, as pessoas só estavam mais inseguras para investir em imóveis. Esse cenário já está mudando. Percebemos uma reação positiva no mercado a partir de julho, com aumento da procura, graças a alguns sinais mais otimistas da economia”, conta Quirino.

Para os maringaenses, imóvel é investimento importante

Segundo o IBGE, o PIB per capita de Maringá é de R$ 36.336,74. A “Cidade Canção” é a terceira maior do estado e destaca-se pela qualidade de vida de seus moradores. Uma característica que também faz parte dos planos quando a ideia é comprar um imóvel. “Temos edifícios de médio, alto e altíssimo padrão. Hoje o cliente está muito mais interessado no ganho. Prefere adquirir um imóvel de maior valor que atenda a todas as suas necessidades, com alto padrão de acabamento, áreas comuns repletas de opções, entre outros”, conta o vice-presidente do Sinduscon Noroeste.

A pesquisa feita pelo Sebrae apontou, ainda, outro dado interessante para a área de construção civil de Maringá: a motivação de compra. Cerca de 42% dos maringaenses que adquiriram um imóvel estavam em busca de fazer investimento; enquanto 35% compraram a primeira casa e 23% decidiram comprar um imóvel maior ou melhor.

José Armando Quirino dos Santos destaca que, seja qual for a motivação, imóvel é sempre uma boa compra: “quando falamos em investidor, consideramos que quem compra para morar também está investindo. O imóvel traz uma segurança para o futuro, por isso a população tem procurado opções mais completas: a valorização pode trazer uma boa rentabilidade mais à frente”.

Expectativas para 2018: chaves na mão!

Um levantamento da Kantar IBOPE Media traz informações igualmente favoráveis para o setor de imóveis e construção civil. Nos próximos 12 meses, 267.040 entrevistados de Maringá têm a intenção de comprar casa ou apartamento na cidade. Destes, 63% são mulheres, 37% homens e 46% pertencem à classe AB. Também tem muita gente com planos de mudar no próximo ano: 111.587 dos entrevistados, sendo 58% mulheres e 42% homens. Neste caso, 64% são da classe AB.

Vale lembrar que o setor imobiliário movimenta outras áreas da nossa economia. Com as chaves na mão, é hora de investir em estilo. É aí que entra o setor de decoração e reforma, que está no alvo das compras de 359.249 maringaenses. E eles gostam de decoração tanto quanto elas: dos respondentes da pesquisa da Kantar IBOPE Media, 50% dos potenciais consumidores do setor é masculino e 50% feminino. 80% deles pertencem à classe AB.

Quirino dos Santos também acredita no crescimento de Maringá no próximo ano, com destaque para a verticalização da cidade. “Localização é o principal fator na compra de um imóvel. Por isso, o destaque são os edifícios. Quanto melhor localizados, maior é a procura”.

O vice-presidente do Sinduscon Noroeste compartilha o sentimento otimista com os leitores do De Olho No Mercado: “nós acreditamos muito em 2018. As pessoas continuam nascendo, casando e separando. Todos estes fatos são geradores de demanda de imóveis. Nosso país já passou por muitas coisas, os paranaenses são trabalhadores. Isso desenvolve todos os setores da economia, além da construção civil”, finaliza.

Vamos juntos investir com os maringaenses? #DeOlhoNoMercadoRPC

Fonte: Kantar IBOPE Media – TGIndex Light – Praça Maringá – Banco Nov/Dez 2016 – Dados Extrapolados para área de cobertura da RPC Maringá (universo 1.200.977).
Filtro: Eventos na Vida: Eventos: Espera viver nos próximos 12 meses: Comprar uma casa ou apartamento. IPCMAPS 2017.
Filtro: Eventos na Vida: Eventos: Espera viver nos próximos 12 meses: Vender ou mudar de casa ou apartamento. IPCMAPS 2017.
Filtro: Compras Domiciliares: Artigos de decoração/reforma – Últ. 12 meses: Sim. IPCMAPS 2017.

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