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G1 e GE Paraná completam 10 anos; relembre os principais momentos dos portais

Desde fevereiro de 2011, foram muitos os momentos históricos, contam editores; informes publicitários são oportunidade para divulgação de marcas paranaenses

Em fevereiro de 2011, a RPC foi pioneira: se tornou a primeira afiliada da Globo a colocar no ar o projeto de expansão nacional do G1. Surgia, assim, o G1 Paraná: uma equipe de jornalistas dedicada no estado e responsável por noticiar alguns dos momentos mais importantes da história recente, trabalhando lado a lado com o noticiário televisivo.

 

A repórter Letícia Paris, do G1 Paraná.

 

Além do G1 Paraná, a RPC também passou a ter uma equipe própria para o Globoesporte.com estadual, atualmente GE Paraná. Com a iniciativa, os torcedores de Athletico Paranaense, Coritiba, Londrina, OperárioParaná Clube e tantas outras equipes estado afora passaram a contar com um portal repleto de notícias em tempo real dos seus clubes. Desta forma, os dois sites passaram a ser fonte de informação de boa parte dos paranaenses.

 

Nadja Mauad, repórter do Globo Esporte Paraná e autora do “Blog da Nadja”, no GE Paraná.

 

O DeOlhoNoMercado conversou com os responsáveis por cada um dos portais, presentes na maior parte desses 10 anos de trajetória. Mais que trazer as notícias do dia, as equipes do G1 e GE Paraná se tornaram testemunhas oculares da história do estado, parte dela que você lê a seguir.

G1 Paraná: Operação Lava Jato, morte de Tatiane Spitzner e Caso Daniel marcaram a cobertura

 

Hoje, a equipe do G1 Paraná é formada por 13 pessoas: Sérgio Tavares, coordenador do portal; Bibiana Dionísio, editora executiva; e mais nove repórteres e dois estagiários. A atuação dos jornalistas abrange cobertura nas regiões de Curitiba (capital, região metropolitana, litoral e temas estaduais); Ponta Grossa (Campos Gerais e sul do estado); Londrina e Maringá (Norte e Noroeste); e Foz do Iguaçu (Oeste e Sudoeste). Junto aos times responsáveis por levar as notícias para as telas da TV, na RPC, eles cobrem os acontecimentos em todo o Paraná.

“Nesses 10 anos do G1, a cobertura da Operação Lava Jato foi um tremendo desafio – tanto pela dimensão política quanto pela complexidade dos processos e volume de informação”, relembra Bibiana Dionísio. “Alguns crimes, como a morte da advogada Tatiane Spitzner e do jogador Daniel, também marcam a nossa trajetória”.

 

Cobertura da Operação Lava Jato pelo G1 Paraná foi de interesse nacional.

 

A pandemia da Covid-19, destaca Bibiana, é um capítulo à parte. Por conta do novo coronavírus, a equipe do G1 passou a trabalhar de forma remota. Graças à adaptação rápida, porém, a dinâmica e a qualidade do trabalho foram mantidas. Mais que isso: novas iniciativas, como um podcast, surgiram desde março de 2020.

 

PodParaná, podcast do G1 Paraná, foi iniciativa lançada durante a pandemia da Covid-19.

 

“Continuamos levando para a população o jornalismo responsável, com uma audiência bem consolidada, e ainda lançamos o PodParaná”, conta Bibiana. “Além disso, tivemos entradas ao vivo nos telejornais, boletins gravados na programação e a produção de material exclusivo para a RPC. É uma situação diferente e com pequenos entraves, entretanto, tudo é facilmente contornável com a intensificação do diálogo entre a equipe do G1 e, principalmente, com as equipes da RPC em todo o estado”.

 

Parte da equipe do G1 Paraná no home office, a partir do canto superior esquerdo, em sentido horário: o coordenador do G1 Paraná, Sérgio Tavares, e os repórteres Ederson Hising, Wesley Bichoff e Natalia Filippin.

 

Assim, o G1 Paraná continuou com um trabalho ágil para trazer as principais notícias do estado e, paralelamente a isso, contar as histórias do povo paranaense: pessoas que têm trajetórias comoventes e que, não raro, viralizam em todo o Brasil. As reportagens dos telejornais da RPC, como o Boa Noite Paraná, muitas vezes são complementadas em informações pelas notícias veiculadas no G1. Atualmente, o QR Code é uma forma prática do telespectador ter um acesso rápido ao portal.

 

Em 2019, o G1 Paraná e a RPC adotaram o QR Code, código que redireciona para notícias do portal.

 

“Sempre pensamos no público final, ou seja, como traduzir as informações e explicar para a população como cada acontecimento impacta a vida de cada um de nós”, diz Bibiana. “Na RPC, esse processo foi se moldando de uma forma que possibilitasse complementar a informação dos telejornais e, também, oferecesse um caminho para ampliar a interatividade com quem assiste aos telejornais. Avalio que esta parceria entre TV e internet é um caminho sem volta: existe um ‘cross’ de conteúdo e de linguagem que amplia a possibilidade de público alvo. Certamente, no futuro, essa parceria do G1 Paraná com a TV vai perdurar, trazendo cada vez mais inovação”.

 

“Sempre pensamos no público final, ou seja, como traduzir as informações e explicar para a população como cada acontecimento impacta a vida de cada um de nós” – Bibiana Dionísio, editora executiva do G1 Paraná.

 

 

Título histórico e machismo no futebol: GE Paraná contou grandes histórias ao público

 

Para Fernando Araújo Martins, coordenador do GE Paraná, parte do grande sucesso do portal se deve ao timing. A criação dele ocorreu em meio a um momento de expansão do jornalismo digital e da cobertura esportiva multimídia, parte disso devido à ampliação da banda larga no Brasil.

De olho nisso, a RPC deu grandes passos na área digital, sendo pioneira também ao ser a primeira afiliada da Globo a implantar uma das mais famosas marcas do jornalismo esportivo no país.

“O nosso projeto serviu como base para o projeto de ampliação para todas as outras afiliadas”, conta Martins. Atualmente, ele faz parte de uma equipe de mais três pessoas, com dois repórteres em Curitiba e um em Londrina. Além disso, o time é reforçado pela repórter do Globo Esporte Paraná, Nadja Mauad, autora do “Blog da Nadja”, um dos mais lidos em todo o Brasil na rede ge.globo. “O exemplo da Nadja é de toda a equipe de esportes da RPC: eles contribuem com a produção em sugestões, participações e, claro, informações. Então, apesar de termos uma equipe fixa, temos também uma equipe de esportes ampla e com quem podemos contar”, afirma.

 

Entre as coberturas mais memoráveis desses 10 anos, o coordenador do GE Paraná relembra as grandes conquistas dos clubes, claro – como o título da Sul-Americana pelo Athletico Paranaense, em 2018, e da Copa do Brasil, em 2019 – mas também o desafio de acompanhar o desfecho da tragédia da Chapecoense, em 2016, quando um avião transportando a equipe caiu na Colômbia. Entre os mortos, estava o treinador Caio Júnior, cascavelense que treinou, entre outros times, Londrina Paraná na sua carreira.

 

Vitória do Athletico na Sul-Americana de 2018 foi uma das grandes coberturas do ge Paraná.

 

“Nunca nos furtamos de tratar de assuntos espinhosos e necessários, como as dificuldades em ser mulher no meio machista do futebol, a necessidade de representação dentro dos clubes e também o direito de ser torcedor, que lutam as pessoas LGBTI+”, avalia Martins. “Também acompanhamos o renascimento de dois grandes times do interior do estado, que são Londrina e Operário-PR. Ambos saíram de situações de quase solvência para recuperar seu prestígio no futebol local, com um título paranaense para cada lado, assim como conseguiram voltar a estar em competições nacionais. Dá uma alegria saber que quem for pesquisar sobre esses momentos terá no ge Paraná todos os passos dados por eles”.

 

Entre as grandes reportagens do ge Paraná, as histórias de mulheres que vivem no campo hostil do futebol teve destaque.

 

“Nunca nos furtamos de tratar de assuntos espinhosos e necessários, como as dificuldades em ser mulher no meio machista do futebol, a necessidade de representação dentro dos clubes e também o direito de ser torcedor, que lutam as pessoas LGBTI+” – Fernando Araújo Martins, coordenador do ge Paraná.

 

 

 

A Copa do Mundo de 2014, em que Curitiba foi uma das cidades-sede, também foi marcante na trajetória do ge Paraná. Da chegada da seleção da Austrália no Aeroporto Afonso Pena, ao derradeiro e marcante jogo com a Espanha que decretou a eliminação dos espanhóis, então detentores do título, o ge Paraná documentou com detalhes as emoções que ocorreram na capital paranaense durante a Copa.

Equipe do ge Paraná registrou os principais momentos da Copa do Mundo de 2014, em que Curitiba foi cidade-sede.

Conteúdos publicitários se tornaram oportunidades para divulgação de marcas 

 

Os informes e especiais publicitários também são uma opção de divulgação, desde 2015, nos nossos sites. Com a audiência dos produtos consolidada, a RPC passou a oferecer espaços para que as marcas paranaenses pudessem detalhar produtos e ações de forma multimídia: quiz, vídeos e tour 360 e transmissões ao vivo são alguns dos recursos que foram utilizados nos conteúdos publicitários desde então.

“De lá para cá, todos os sites evoluíram, tornando nossos produtos cada vez mais versáteis, capazes de se adaptarem a desafios de diversos segmentos do nosso mercado”, conta Camila Maquea Leite, coordenadora em estratégias de mercado e produtos da RPC. “Uma boa estratégia de atração aplicada ao conteúdo que entregue informação relevante para o leitor – associando sua marca, produto e serviço a um site de credibilidade como os nossos  – tem sido a escolha de investimento de muitos anunciantes por aqui”.

Só em 2020, foram publicados mais de 300 conteúdos publicitários: textos, imagens, playlists de vídeos, quizzes, enquetes, webséries e páginas especiais, entre outros.

Entre os trabalhos mais recentes, no ano passado, Camila lembra as parcerias com a FIEPCresolPrefeitura de AraucáriaUnimed LondrinaUniGuairacáSanta Casa de Maringá, Escola Betesda, Frísia Cooperativa e Unipar.

 

“Uma boa estratégia de atração aplicada ao conteúdo que entregue informação relevante para o leitor – associando sua marca, produto e serviço a um site de credibilidade como os nossos  – tem sido a escolha de investimento de muitos anunciantes por aqui”- Camila Maquea Leite, coordenadora de marketing em estratégias de mercado e produtos multiplataformas da RPC

 

 

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