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Marketing e Comunicação

Como escolher o formato ideal para o vídeo publicitário

O roteiro deve estar de acordo com diversos fatores, da verba disponível ao contexto do momento. Animação e cartelas estão entre as opções mais viáveis

Que os vídeos fazem muito sucesso e são consumidos todos os dias, na TV e na WEB, já não é novidade. Além de informar e entreter, o formato audiovisual é uma das maneiras mais eficazes para as empresas ou marcas se comunicarem, seja para apresentar ofertas, seja para branded contet.

O Inside Video, estudo da Kantar IBOPE Media, divulgado em março de 2021, revela que mais de 204 milhões de brasileiros assistiram  televisão em 2020, deixando-a ligada por 7h09 diariamente – o tempo mais alto dos últimos cinco anos. Também no ano passado, foram registradas 38 das 50 maiores audiências dos últimos cinco anos.

A partir dessa mesma pesquisa, a Kantar IBOPE Media argumenta que o cenário exposto, de muita gente atenta à programação da TV, torna a experiência do vídeo ainda mais relevante para a publicidade. São oportunidades estratégicas para as marcas aparecerem e para que consigam fazer parte do dia a dia das pessoas.

E como pensar os vídeos em relação aos formatos: quais as tendências e possibilidades? Sobre esse assunto, o De Olho no Mercado conversou com Valdemir Pedro da Silva, diretor da inciteFX, e Guito Bach, diretor da Gooh Midia.

Formatos

Para despertar o interesse do público, em meio a tantos materiais, definir o formato, ou “que cara ele vai ter”, deve fazer parte da estratégia da marca.

“Os vídeos podem ser produzidos com atores, banco de imagens da produtora… Podemos fazer um comercial com gravação de imagens, edição, pós-produção e locução. Podemos também produzir o VT somente com edição de cartelas. Outro exemplo é a animação, que é um processo um pouco mais elaborado, porque requer uma edição com maior conhecimento técnico”, explica Guito Bach.

A computação gráfica, antes um motivo que aumentava o custo, hoje tem sido utilizado para viabilizar muitos materiais. Isso acontece principalmente devido à pandemia e restrições para as gravações.

Confira um exemplo de vídeos com animação da inciteFX, exibido na programação da RPC.

Outros fatores que também precisam estar alinhados na hora da escolha são a realidade social, econômica e cultural do momento, assim como a realidade financeira do cliente. Além disso, é preciso levar em consideração público-alvo, frequência de veiculação e, claro, o meio.

Custos

Para a criatividade e possibilidades do audiovisual não há limites. Mas o que tem limite mesmo é o famoso budget do job – ou o orçamento disponível para fazer a ideia virar realidade em todas as suas dimensões.

Para chegar à prática, tudo começa com o roteiro. Ele impacta diretamente no custo de pré-produção, o que determina se um vídeo vai ter maior ou menor custo para o cliente.

É preciso considerar cachê de atores e figurantes, maquiagem, locação, se vai ser preciso confeccionar itens, entre outros fatores. No vídeo abaixo, por exemplo, são quatro atores em cena.

Nesse outro exemplo, além de atores, há o uso de efeitos visuais.

Alinhar as expectativas

Para que expectativa e realidade caminhem juntas, todos esses pontos precisam estar alinhados.

“É comum chegar na produtora referências maravilhosas de materiais para que possamos nos orientar, mas muitos esquecem de perguntar se aquele estilo de material serve para o seu caso específico. Essas referências também não levam em conta o orçamento. Nesse caso, temos que apresentar opções mais adequadas a cada cliente” (Valdemir Pedro da Silva, diretor da inciteFX).

 

 

Valdemir explica que uma possibilidade que tem agradado são os materiais de 10 segundos exibidos na TV, por gerar aproveitamento e ótimo custo-benefício para o cliente. Muitas vezes, esses materiais são “reduções” do material de 30 e 15 segundos, o que contribui com os custos e tem bom resultado na TV. Um exemplo da inciteFX é o vídeo abaixo, com tema de festa junina.

“Outra coisa que tenho percebido é o aproveitamento da estrutura de gravação para produzir os materiais digitais e de televisão juntos. Isso algumas vezes pode gerar problemas. Nem sempre o que funciona para WEB funciona para TV. Nesse caso temos que gravar pensando em duas versões”, reforçou Valdemir. Ele deixou um exemplo de um material que faz sentido para os dois meios.

 

E você, já está usando o vídeo como estratégia para a sua marca ou dos seus clientes? Se quiser falar mais sobre o assunto, vamos pensar juntos! Fale com a gente.
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