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Comportamento

O futuro (não tão distante) do consumo: parte 1

Sabemos que entender o comportamento do consumidor virou condição básica para o sucesso dos negócios. Agora, que tal antever algumas das mudanças e novas necessidades que eles trarão ao mercado? Confira no nosso especial sobre o futuro do consumo. Hoje falamos sobre 9 tendências apresentadas em estudo da Euromonitor Internacional.

Convidamos você a dar um passeio de criatividade! Hoje e amanhã você confere um especial sobre tendências curiosas de consumo para o futuro. Quem nos acompanha é a pesquisadora de tendências e diretora da agência curitibana Berlin, Andrea Greca.  Também temos novidades encontradas no estudo de uma das mais importantes consultorias em pesquisa de mercado do mundo, a Euromonitor Internacional. O relatório, desenvolvido pela analista Daphne Kasriel-Alexander, assinala as dez tendências mais importantes detectadas para 2016. É com elas que começamos.  Vamos lá? 

 

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Um consumidor menos influenciável aos apelos emocionais: este é o consumidor agnóstico. Ele se prende pouco às ideologias de marca, é muito bem informado e gosta de finalizar uma compra com a sensação de economia. Mas não se espante: o estudo da Euromonitor conta que este consumidor tem um comportamento contraditório. Na mesma medida em que gosta de pechinchar e economizar, também se permite desfrutar de gastos maiores com produtos que lhes inspiram.

 

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Se há algo precioso na vida dos consumidores
 é a busca por mais tempo dedicado àquilo que consideram importante. Produtos que estejam associados à agilidade, como alimentos e aplicativos bancários, já ganharam espaço na vida do consumidor global.

 

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Segundo a Euromonitor Internacional, a velhice está sendo desafiada. Em 2016, podemos falar que há uma nova “terceira idade”: são pessoas mais enérgicas, que trabalham mais, desfrutam de boa saúde física e procuram bem-estar mental, além de conduzirem uma vida mais satisfatória como consumidores. O poder de compra deste público pode variar, mas são pessoas que continuam a ser uma chave crescente segmento de consumo, abrindo muitas oportunidades para fabricantes e varejistas.

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Os consumidores agora querem vivenciar experiências que enriqueçam a vida e preservem os recursos naturais da Terra. Os consumidores mais jovens, particularmente, estão mais à frente desta caminhada, abraçando causas sociais. As expectativas dos consumidores em relação às questões ambientais de responsabilidades das corporações têm aumentado e eles querem que as marcas se comportem de forma responsável.

 

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Nunca se falou tanto em questões de gênero – e isso tem um gancho fundamental nas tendências de consumo. Os consumidores estão mais preocupados em procurar por produtos que não foquem no gênero nem se apeguem a classificações/padronizações. Marcas internacionalmente reconhecidas, por exemplo, têm usado em suas campanhas modelos transgêneros e dado mais visibilidade; outras (como a Pirelli) reviram seu conceito em relação às mulheres.

 

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A origem dos produtos também é outro assunto de destaque no universo de consumo.  A tendência é que cada vez mais aumente a busca por alimentos que tenham procedência ética, com menos resíduos agrotóxicos e que dê importância à cadeia de produção. Inclusive grandes redes de fast food, atentas às mudanças do comportamento do consumidor, já estão adaptando seus cardápios para não perder espaço no mercado.

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De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), até 2020 a depressão será a doença mais incapacitante em todo o mundo. E isso tem gerado um alerta grande nos consumidores, que têm buscado soluções para não se deixar engolir pela rotina exaustiva do mundo contemporâneo. Por isso, esportes e filosofias que promovam o bem-estar mental são uma das grandes apostas do estudo da Euromonitor Internacional. Marcas que se associarem a este conceito estarão na frente e em sintonia com as novas motivações dos consumidores. 

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Há um público considerável em busca de soluções dentro do consumo que limitem a sua sensação de vulnerabilidade, como produtos oferecidos por seguradoras e lojas de equipamento de segurança. Isso também tem impacto em como os consumidores entendem a sua moradia: condomínios fechados e apartamentos com monitoramento são as suas principais escolhas. Ou seja, estes consumidores estão em busca de serviços e produtos que aumentem o controle deles mesmos sobre suas próprias vidas.

 

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A geração dos adultos solteiros está crescendo. Com menos compromissos e mais para gastar, são um público cativo para os serviços e produtos com maior valor agregado. Como não há gastos familiares – ou já não têm mais filhos em idade de desenvolvimento, esse público tem aproveitado para viajar e gastar mais com sua própria vida.

Amanhã continuamos nosso especial sobre o futuro do consumo, com tendências indicadas por Andrea Greca. Fique com a gente e vamos juntos!

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